Transmissão ao vivo de Portugal x Eslovênia: veja onde assistir

Portugal e Eslovênia duelam hoje (1), às 16h (de Brasília), no Deutsche Bank Park, em Frankfurt (ALE), pelas oitavas de final da Eurocopa. A CazéTV (YouTube e Prime Video) transmite o jogo ao vivo.

Portugal terminou como líder do Grupo F, com seis pontos. Apesar disso, a seleção portuguesa vem de derrota para a Geórgia, em jogo que poupou parte do time por já estar classificada.

Cristiano Ronaldo chegou à sexta participação na Euro e se tornou o jogador com mais edições disputadas. A estrela ainda busca seu primeiro gol no torneio para atingir mais um recorde.



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Redação O Fator Brasil

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O ator Eric Dane, conhecido mundialmente por interpretar o médico Mark Sloan na série Grey’s Anatomy, morreu nesta quinta-feira (19). A informação foi confirmada por familiares à revista People.

Em abril de 2025, o artista revelou ter sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), também chamada de doença de Lou Gehrig. Em comunicado, a família informou que ele faleceu após uma “corajosa batalha contra a ELA”.

Segundo os familiares, Eric passou os últimos dias ao lado da esposa, da atriz Rebecca Gayheart, e das filhas Billie e Georgia, descritas como “o centro de seu mundo”. O texto também destacou que, após o diagnóstico, o ator se tornou defensor da conscientização e da pesquisa sobre a doença.

A ELA é uma condição degenerativa do sistema nervoso que provoca paralisia motora progressiva e irreversível, comprometendo funções como fala, locomoção, deglutição e respiração. Não há cura, e a expectativa média de vida após o diagnóstico costuma variar entre três e cinco anos.

Carreira

O papel mais marcante de Eric Dane foi o cirurgião plástico Mark Sloan em Grey’s Anatomy. O personagem surgiu na segunda temporada, em 2006, e rapidamente conquistou o público pelo carisma.

Ao longo das temporadas, Sloan viveu um relacionamento com Lexie Grey, formando o casal apelidado pelos fãs de “Slexie”. A trajetória do personagem terminou de forma trágica na nona temporada, quando Mark e Lexie morreram após um acidente de avião, episódio considerado um dos mais impactantes da série.

No cinema, Eric também participou de produções como Burlesque (2010), Valentine’s Day (2010), Marley & Me (2008) e X-Men: The Last Stand (2006).

Seu último grande papel foi na série Euphoria, da HBO, em que interpretava Cal Jacobs.

Vida pessoal

Eric Dane era casado com Rebecca Gayheart desde 2004. O casal anunciou o divórcio em 2018, mas decidiu interromper o processo após o diagnóstico de ELA, em 2025. Desde então, Rebecca passou a acompanhar de perto o tratamento do ator.

Em entrevista ao site The Cut, da New York Magazine, a atriz relatou ter enfrentado dificuldades para garantir assistência médica 24 horas por meio de convênios. Após recursos, o acompanhamento integral foi aprovado.

Rebecca também comentou sobre o afastamento de pessoas próximas após a descoberta da doença e refletiu sobre a relação com Eric. Apesar da separação, afirmou que o carinho entre eles permaneceu até o fim.

O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (18) estar cada vez mais preocupado com o estado de saúde do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, após mais uma visita realizada em Brasília.

Em publicação nas redes sociais, Carlos relatou que encontrou Bolsonaro “sonolento e abatido” e alertou para o que classificou como uma situação limite. Segundo ele, há o risco de um “ponto de não retorno” em relação à saúde do ex-presidente. “Ele é uma rocha, mas é impossível não perceber que, dia após dia, a covardia que sofre o atinge cada vez mais”, escreveu.

O ex-vereador também afirmou que aproveitou o momento da visita para organizar pertences pessoais do pai e destacou mensagens deixadas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, descritas por ele como “pequenos gestos que mantêm a dignidade” em meio ao cenário que considera de perseguição.

Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão no 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília, em instalações conhecidas como “Papudinha”, por ficarem próximas ao Complexo Penitenciário da Papuda. Desde o início do cumprimento da pena, aliados e familiares têm manifestado preocupação com o estado físico e emocional do ex-presidente.

As declarações de Carlos Bolsonaro reforçam o discurso da família de que o tratamento imposto ao ex-chefe do Executivo seria desproporcional e poderia gerar consequências irreversíveis à saúde. Até o momento, não houve manifestação oficial das autoridades responsáveis sobre as condições médicas de Jair Bolsonaro.

A Acadêmicos de Niterói foi rebaixada do Grupo Especial para a Série Ouro do Carnaval do Rio de Janeiro nesta quarta-feira (18), após ficar em último lugar na apuração, com 264,6 pontos. A escola havia estreado na elite do samba com um desfile explicitamente político, dedicado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que gerou forte reação da oposição, de lideranças religiosas e de setores conservadores.

O enredo apresentado na Marquês de Sapucaí, “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, exaltou a trajetória política do petista e evitou referências a episódios controversos de sua biografia, como condenações por corrupção posteriormente anuladas. Lula acompanhou o desfile do camarote da Prefeitura do Rio, no último domingo (15), enquanto a primeira-dama, Janja, desistiu de participar como destaque após o ajuizamento de ações na Justiça Eleitoral.

Além da homenagem ao presidente, o desfile chamou atenção por ataques diretos a adversários políticos. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi retratado como palhaço e presidiário em diferentes momentos da apresentação. Uma das alas mais criticadas foi a chamada “Conservadores em Conserva”, que ridicularizou símbolos cristãos, evangélicos, o agronegócio e a defesa da família, provocando indignação entre parlamentares e líderes religiosos.

Após o rebaixamento, a escola publicou nas redes sociais uma mensagem em tom de enfrentamento: “A arte não é para covardes. Comunidade, vocês foram gigantes. Quanto vale entrar para a história?”. Um dia antes, a agremiação já havia alegado sofrer “perseguição política” e tentativas de interferência em sua autonomia artística.

Antes mesmo do desfile, partidos de oposição acionaram a Justiça Federal e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apontando possível propaganda eleitoral antecipada com uso de recursos públicos. As ações foram rejeitadas, mas o partido Novo anunciou que pedirá a inelegibilidade de Lula. Senadores da oposição também apresentaram queixa-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR), alegando preconceito contra evangélicos, equiparado ao crime de racismo.

A polêmica ganhou ainda mais peso diante do financiamento público. A Acadêmicos de Niterói recebeu R$ 1 milhão por meio de um Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Cultura, a Embratur e a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), acordo que destinou R$ 12 milhões às 12 escolas do Grupo Especial.

Para críticos, o rebaixamento da escola simboliza a rejeição popular à politização do Carnaval e ao uso de dinheiro público para promover narrativas ideológicas. Para aliados do governo, a reação é exagerada e tenta transformar arte em disputa partidária. O fato é que, em sua estreia na elite do samba, a Acadêmicos de Niterói deixa o Grupo Especial marcada por controvérsia, divisão e um debate que extrapolou a avenida e chegou ao centro da política nacional.

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