Atlético-MG empata com Atlético-GO e perde a chance de entrar no G6 do Brasileirão

Neste domingo, pela 13ª rodada do Brasileirão, o Atlético-MG recebeu o Atlético-GO na Arena MRV e empatou por 1 a 1. O gol dos mandantes foi marcado por Paulinho, enquanto Luiz Fernando anotou para os visitantes.

Com a igualdade no placar, o Galo perdeu a chance de entrar no G6 do Brasileirão. A equipe, apesar de ter ultrapassado o Internacional, ficou na nona colocação, com 18 pontos. Já o Atlético-GO desperdiçou a oportunidade de sair do Z4. Assim, ficou na 17ª posição, agora com 11 somados.

O próximo jogo do Atlético-MG será diante do Flamengo na quarta-feira, pela 14ª rodada da Série A. A bola rola às 21h30 (de Brasília), na Arena MRV. Já o Atlético-GO duela diante do Red Bull Bragantino, também na quarta-feira, às 21h30 (de Brasília). Dessa vez, no Estádio Nabi Abi Chedid.

O jogo

O placar foi aberto logo cedo, aos 11 minutos. Luiz Fernando, do Atlético-GO, recebeu de Lucas Kal nas costas da defesa e chutou de cobertura, surpreendendo o goleiro Matheus Mendes.

Porém, 12 minutos depois, Paulinho igualou o marcador. O atacante aproveitou o corte de Lucas Kal, dominou e bateu rasteiro, entre as pernas de Ronaldo.

Aos 27, o Galo quase virou com Hulk. O atleta cortou para a canhota e bateu com firmeza no travessão.

Aos 33 da primeira etapa, os visitantes voltaram a assustar. Maguinho cruzou da direita do ataque e encontrou Shaylon, que bateu cruzado de esquerda para o defensor do Galo salvar em cima da linha.

O último lance de perigo da etapa inicial foi aos 42, com a falta cobrada por Hulk. O jogador acertou o cantinho do goleiro Ronaldo, que fez uma bela defesa.

Na segunda etapa, Hulk voltou ao ataque aos seis minutos depois de receber uma bela enfiada de bola, mas Luiz Felipe fez um belo corte, impedindo uma ótima oportunidade da equipe mandante.

Guilherme Romão respondeu para os visitantes. Aos 14, aproveitou a sobra na entrada da área para bater de esquerda, mas mandou à direita do gol.

Aos 33, Hulk voltou a cobrar uma falta perigosa. Da direita do ataque, o atacante acertou o canto esquerdo do gol, mas Ronaldo novamente salvou. Assim, o placar terminou igualado.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 1 X 1 ATLÉTICO-GO

Local: Arena MRV, em Belo Horizonte (MG)
Data: 20 de junho de 2024, domingo
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Jonathan Benkenstein Pinheiro (RS)
Assistentes: Maira Mastella Moreira (RS) e Michael Stanislau (RS)
VAR: Charly Wendy Straub Deretti (SC)

GOLS: Paulinho, aos 23 do 1ºT (Atlético-MG) / Luiz Fernando, aos 11′ do 1ºT;
Cartões amarelos: Luiz Fernando, aos 28′ do 2 (Atlético-GO)

ATLÉTICO-MG: Matheus Mendes; Mariano, Igor Rabello e Rômulo; Brahian Palacios (Robert Santos), Paulo Vitor (Pedro Victor), Rodrigo Battaglia e Cadu (Alan Kardec); Paulinho e Igor Gomes; Hulk
Técnico: Gabriel Milito

ATLÉTICO-GO: Ronaldo; Maguinho (Bruno Tubarão), Adriano Martins, Alix Vinicius (Luiz Felipe) e Guilherme Romão; Alejo Cruz (Max), Lucas Kal e Roni (Randerson); Luiz Fernando, Emiliano Rodríguez (Derek) e Shaylon
Técnico: Anderson Gomes



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Redação O Fator Brasil

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O ator Eric Dane, conhecido mundialmente por interpretar o médico Mark Sloan na série Grey’s Anatomy, morreu nesta quinta-feira (19). A informação foi confirmada por familiares à revista People.

Em abril de 2025, o artista revelou ter sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), também chamada de doença de Lou Gehrig. Em comunicado, a família informou que ele faleceu após uma “corajosa batalha contra a ELA”.

Segundo os familiares, Eric passou os últimos dias ao lado da esposa, da atriz Rebecca Gayheart, e das filhas Billie e Georgia, descritas como “o centro de seu mundo”. O texto também destacou que, após o diagnóstico, o ator se tornou defensor da conscientização e da pesquisa sobre a doença.

A ELA é uma condição degenerativa do sistema nervoso que provoca paralisia motora progressiva e irreversível, comprometendo funções como fala, locomoção, deglutição e respiração. Não há cura, e a expectativa média de vida após o diagnóstico costuma variar entre três e cinco anos.

Carreira

O papel mais marcante de Eric Dane foi o cirurgião plástico Mark Sloan em Grey’s Anatomy. O personagem surgiu na segunda temporada, em 2006, e rapidamente conquistou o público pelo carisma.

Ao longo das temporadas, Sloan viveu um relacionamento com Lexie Grey, formando o casal apelidado pelos fãs de “Slexie”. A trajetória do personagem terminou de forma trágica na nona temporada, quando Mark e Lexie morreram após um acidente de avião, episódio considerado um dos mais impactantes da série.

No cinema, Eric também participou de produções como Burlesque (2010), Valentine’s Day (2010), Marley & Me (2008) e X-Men: The Last Stand (2006).

Seu último grande papel foi na série Euphoria, da HBO, em que interpretava Cal Jacobs.

Vida pessoal

Eric Dane era casado com Rebecca Gayheart desde 2004. O casal anunciou o divórcio em 2018, mas decidiu interromper o processo após o diagnóstico de ELA, em 2025. Desde então, Rebecca passou a acompanhar de perto o tratamento do ator.

Em entrevista ao site The Cut, da New York Magazine, a atriz relatou ter enfrentado dificuldades para garantir assistência médica 24 horas por meio de convênios. Após recursos, o acompanhamento integral foi aprovado.

Rebecca também comentou sobre o afastamento de pessoas próximas após a descoberta da doença e refletiu sobre a relação com Eric. Apesar da separação, afirmou que o carinho entre eles permaneceu até o fim.

O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (18) estar cada vez mais preocupado com o estado de saúde do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, após mais uma visita realizada em Brasília.

Em publicação nas redes sociais, Carlos relatou que encontrou Bolsonaro “sonolento e abatido” e alertou para o que classificou como uma situação limite. Segundo ele, há o risco de um “ponto de não retorno” em relação à saúde do ex-presidente. “Ele é uma rocha, mas é impossível não perceber que, dia após dia, a covardia que sofre o atinge cada vez mais”, escreveu.

O ex-vereador também afirmou que aproveitou o momento da visita para organizar pertences pessoais do pai e destacou mensagens deixadas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, descritas por ele como “pequenos gestos que mantêm a dignidade” em meio ao cenário que considera de perseguição.

Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão no 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília, em instalações conhecidas como “Papudinha”, por ficarem próximas ao Complexo Penitenciário da Papuda. Desde o início do cumprimento da pena, aliados e familiares têm manifestado preocupação com o estado físico e emocional do ex-presidente.

As declarações de Carlos Bolsonaro reforçam o discurso da família de que o tratamento imposto ao ex-chefe do Executivo seria desproporcional e poderia gerar consequências irreversíveis à saúde. Até o momento, não houve manifestação oficial das autoridades responsáveis sobre as condições médicas de Jair Bolsonaro.

A Acadêmicos de Niterói foi rebaixada do Grupo Especial para a Série Ouro do Carnaval do Rio de Janeiro nesta quarta-feira (18), após ficar em último lugar na apuração, com 264,6 pontos. A escola havia estreado na elite do samba com um desfile explicitamente político, dedicado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que gerou forte reação da oposição, de lideranças religiosas e de setores conservadores.

O enredo apresentado na Marquês de Sapucaí, “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, exaltou a trajetória política do petista e evitou referências a episódios controversos de sua biografia, como condenações por corrupção posteriormente anuladas. Lula acompanhou o desfile do camarote da Prefeitura do Rio, no último domingo (15), enquanto a primeira-dama, Janja, desistiu de participar como destaque após o ajuizamento de ações na Justiça Eleitoral.

Além da homenagem ao presidente, o desfile chamou atenção por ataques diretos a adversários políticos. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi retratado como palhaço e presidiário em diferentes momentos da apresentação. Uma das alas mais criticadas foi a chamada “Conservadores em Conserva”, que ridicularizou símbolos cristãos, evangélicos, o agronegócio e a defesa da família, provocando indignação entre parlamentares e líderes religiosos.

Após o rebaixamento, a escola publicou nas redes sociais uma mensagem em tom de enfrentamento: “A arte não é para covardes. Comunidade, vocês foram gigantes. Quanto vale entrar para a história?”. Um dia antes, a agremiação já havia alegado sofrer “perseguição política” e tentativas de interferência em sua autonomia artística.

Antes mesmo do desfile, partidos de oposição acionaram a Justiça Federal e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apontando possível propaganda eleitoral antecipada com uso de recursos públicos. As ações foram rejeitadas, mas o partido Novo anunciou que pedirá a inelegibilidade de Lula. Senadores da oposição também apresentaram queixa-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR), alegando preconceito contra evangélicos, equiparado ao crime de racismo.

A polêmica ganhou ainda mais peso diante do financiamento público. A Acadêmicos de Niterói recebeu R$ 1 milhão por meio de um Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Cultura, a Embratur e a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), acordo que destinou R$ 12 milhões às 12 escolas do Grupo Especial.

Para críticos, o rebaixamento da escola simboliza a rejeição popular à politização do Carnaval e ao uso de dinheiro público para promover narrativas ideológicas. Para aliados do governo, a reação é exagerada e tenta transformar arte em disputa partidária. O fato é que, em sua estreia na elite do samba, a Acadêmicos de Niterói deixa o Grupo Especial marcada por controvérsia, divisão e um debate que extrapolou a avenida e chegou ao centro da política nacional.

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