Parlamentares da oposição convocaram uma manifestação nacional para o dia 1º de março, na Avenida Paulista, em São Paulo, a partir das 14h. O ato terá como palavra de ordem “fora Lula, Moraes e Toffoli” e foi divulgado nas redes sociais por deputados como Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO).
Em vídeo publicado nas redes, Nikolas Ferreira fez um apelo direto à população e questionou até quando os brasileiros irão tolerar escândalos envolvendo corrupção e conflitos de interesse no poder público.
“Se você é brasileiro, esse vídeo só tem uma pergunta pra você: qual escândalo precisa acontecer pra que você diga chega?”, afirmou o parlamentar.
Nikolas citou denúncias recentes envolvendo o Banco Master, além de contratos e relações que, segundo ele, atingem pessoas próximas a ministros do Supremo Tribunal Federal e integrantes do governo federal. O deputado também cobrou a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o caso.
“Tá todo mundo vendo isso acontecer e, ainda assim, o Alcolumbre, que é presidente do Congresso, se nega a instalar a CPMI pra investigar o Banco Master”, declarou.
Já o deputado Gustavo Gayer classificou a manifestação como um verdadeiro teste de reação da sociedade diante do cenário político atual.
“Chegou o grande teste para saber se o Brasil acordou. Veja o que estamos enfrentando: escândalo do Banco Master, escândalo no INSS com o filho do Lula, escândalo do IBGE, escândalo dos Correios, a nossa Suprema Corte destruindo a nossa democracia. Agora é hora de mostrar que não só acordamos, como também estamos dispostos a lutar”, disse.
O ato tem como alvos diretos o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro do STF Alexandre de Moraes e o ministro Dias Toffoli, frequentemente criticados por parlamentares e eleitores da direita.
Nikolas Ferreira reforçou o chamado à mobilização popular e afirmou que o momento exige reação firme da sociedade.
“Mais do que nunca, chegou a hora da gente acordar mais brasileiros. Mostrar que não vamos ser cúmplices dessa impunidade”, concluiu.
A expectativa dos organizadores é de que o ato reúna milhares de manifestantes e se torne um novo marco de pressão popular contra o governo Lula e decisões do Supremo Tribunal Federal.

























