Uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta quarta-feira (20), indica que, no Tocantins, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mantém vantagem sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual confronto direto na eleição presidencial de 2026. O estudo também simulou cenários com outros nomes da direita, mostrando variações nos resultados.
No cenário principal, Bolsonaro aparece com 41,5% das intenções de voto, contra 31,9% de Lula. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), surge em terceiro lugar, com 8,7%, seguido por Ciro Gomes (PDT), 5,3%, Ratinho Jr. (PSD), 3%, e Renan Filho (MDB), 0,2%. Brancos, nulos e nenhum somaram 5,4%, e 4% não souberam responder.
Quando a disputa inclui Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, há empate técnico: ela registra 32,5%, e Lula, 32,3%. Caiado sobe para 13,5%, Ciro Gomes aparece com 6,5%, Ratinho Jr. com 3,9% e Renan Filho com 0,3%. Brancos e nulos somam 7%, e 4% não opinaram.
No confronto com Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo e ex-ministro de Bolsonaro, Lula lidera com 32,5%, enquanto Tarcísio tem 21,9%. Caiado marca 15%, Ciro 8,5%, Ratinho Jr. 4,8% e Renan Filho 0,4%. Brancos e nulos chegam a 11,1%, e 5,8% não responderam.
No cenário com Eduardo Bolsonaro (PL), Lula aparece à frente com 32,6%, contra 22,6% do deputado. Caiado registra 18,2%, Ciro Gomes 7,7%, Ratinho Jr. 5,4% e Renan Filho 0,3%. Brancos e nulos somam 8,1%, e 5% não responderam.
Na pesquisa espontânea, sem lista de candidatos, Bolsonaro lidera com 21,1%, seguido por Lula, com 17,3%. Tarcísio Freitas marca 2%, Caiado 1,3%, Ciro Gomes 0,3% e Michelle Bolsonaro 0,3%. Mais da metade dos eleitores (52,7%) não soube ou não quis opinar.
O levantamento também avaliou a gestão do presidente Lula: 56,5% desaprovam, enquanto 40,1% aprovam. Entre as avaliações, 11,5% classificam o governo como “ótimo”, 17% como “bom”, 19,8% “regular”, 7,3% “ruim” e 43,1% “péssimo”.
A pesquisa ouviu 1.510 eleitores em 59 municípios do Tocantins, entre os dias 9 e 13 de agosto. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.





























