Em um cenário nacional marcado por debates ideológicos acirrados e por uma crescente polarização em torno do papel das Forças Armadas e das forças de segurança, os militares têm sido, em muitos espaços institucionais, pouco defendidos ou até mesmo alvo de discursos críticos nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional. A ausência de uma defesa consistente dessas instituições, especialmente no campo político, tem ampliado a sensação de distanciamento entre os parlamentares e os profissionais responsáveis pela garantia da ordem e da soberania nacional.

Na contramão desse movimento, na Câmara Municipal de Vitória, capital do Espírito Santo, o vereador Leonardo Monjardim, que é descendente de uma família de tradição militar, consolidou-se como uma voz permanente em defesa das Forças Armadas e das Forças Auxiliares. Sua atuação vai além do discurso pontual, sendo marcada por posicionamentos frequentes, embates políticos e iniciativas legislativas voltadas ao reconhecimento histórico e à valorização da carreira militar.

Ao longo de seu mandato, Monjardim tem sustentado que a segurança pública e a defesa nacional não podem ser tratadas como pautas secundárias. Em debates no plenário, Monjardim tem enfrentado parlamentares de esquerda ao defender a atuação firme da Polícia Militar no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas, sempre ressaltando a necessidade de apoio dos poderes e da sociedade em favor dos policiais.

Além do discurso político em defesa da segurança pública, Monjardim tem transformado essa pauta em ações legislativas concretas. O vereador é autor de uma série de leis que reconhecem, valorizam e preservam a memória das instituições militares e de seus integrantes no município de Vitória.

De acordo com o vereador Monjardim, “as Forças Armadas e as Forças Auxiliares de Segurança exercem um papel indispensável na preservação da ordem, da soberania e da segurança da população, merecendo o reconhecimento institucional pelo serviço que prestam diariamente à sociedade. É lamentável que parte da sociedade, da imprensa e até de alguns órgãos públicos não compreenda a real dimensão desse valor e, muitas vezes, dirija críticas injustas a esses profissionais que dedicam suas vidas à proteção da sociedade.”

Entre as iniciativas está a criação da Comenda Duque de Caxias, em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva, patrono do Exército Brasileiro, reforçando o reconhecimento institucional aos militares que se destacam na defesa da pátria e da ordem pública. No calendário oficial da cidade, também foram instituídas datas comemorativas de entidades ligadas às Forças Armadas e Auxiliares, como a Lei 10.261/2025, que reconhece e celebra a Fundação da AORE (Associação de Oficiais R/2), a Lei 10.301/2026, que reconhece e celebra a Fundação da AVEPES (Associação de Veteranos da Pelopes), a Lei 10.284/2025, que reconhece e celebra a Fundação da Associação dos Boinas Azuis do Espírito Santo, a Lei 10.094/2024, que reconhece e celebra o Dia do Adesguiano, a Lei 9.998/2023, que reconhece e celebra o Dia do Oficial da Reserva R/2, a Lei 10.234/2025, que reconhece e celebra o Aniversário do 38º Batalhão de Infantaria, Batalhão Tibúrcio, e a Lei 10.235/2025, que reconhece e celebra a Fundação da FEB (Força Expedicionária Brasileira), a Lei 10.260/2025, que reconhece e celebra a Fundação da SABATI (Sociedade Amigos do Batalhão Tibúrcio), e a Lei 10.307/2026, que reconhece e celebra a Fundação da SOAMAR (Sociedade Amigos da Marinha).

Com uma atuação marcada pela coerência entre discurso e prática legislativa, Leonardo Monjardim consolida-se em Vitória como uma das principais referências políticas na defesa dos militares, das forças auxiliares e da valorização institucional daqueles que dedicam suas vidas à segurança pública e à soberania nacional.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) decidiu transformar o inconformismo político em gesto concreto. Desde a manhã desta segunda-feira (19), ele percorre a pé mais de 200 quilômetros pela BR-040, saindo de Paracatu, no interior de Minas Gerais, com destino a Brasília. A chegada está prevista para o próximo domingo (25), quando aliados planejam um ato público na capital federal. A iniciativa foi batizada de “caminhada pela liberdade”.

A decisão veio após o cumprimento de agenda em Minas. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Nikolas contou que desistiu de voltar para casa ao sentir que não poderia simplesmente seguir a rotina diante do que classificou como uma sequência de abusos e escândalos políticos no país. Segundo ele, há um processo de normalização de fatos graves que deveria causar indignação coletiva.

“Meu coração tem ficado inquieto há muito tempo com o que está acontecendo. O brasileiro foi colocado numa posição de impotência, quase de manipulação psicológica, em que nada mais choca”, afirmou o parlamentar, ao mencionar as condenações ligadas aos atos de 8 de janeiro e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nikolas sustenta que a sensação de impotência não atinge apenas a população, mas também parlamentares, que, segundo ele, estariam de mãos atadas diante de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Em tom crítico, o deputado direcionou ataques à Corte e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), dizendo que o país se acostumou a situações que, em outros momentos, teriam levado multidões às ruas.

A caminhada tem forte apelo simbólico. Ao justificar o gesto, Nikolas relembrou as mobilizações populares que antecederam o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, como prova de que a pressão popular pode mudar os rumos do país.

“Hoje, sobrou a nossa voz. E se Deus me deu essa voz, eu vou usá-la”, declarou.

O ato começou a atrair outros nomes da direita. Já confirmaram participação os deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e André Fernandes (PL-CE), além dos vereadores Lucas Pavanato (PL-SP), Fernando Holiday (PL-SP) e Dinho Souza (PL-ES), e do deputado estadual Lucas Polese (PL-ES). André Fernandes e Gustavo Gayer já se encontraram com Nikolas ao longo do trajeto.

Ao longo da caminhada, o deputado tem reforçado que o protesto pede a liberdade de Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão, e questiona a situação dos presos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, classificados pela Justiça como tentativa de golpe de Estado.

A mobilização ocorre poucos dias depois de Nikolas voltar ao centro do debate nacional ao divulgar vídeos sugerindo que o governo federal estaria monitorando e planejando taxar o Pix. As informações foram negadas pela Receita Federal e rebatidas publicamente pelo presidente Lula, mas tiveram ampla repercussão nas redes sociais, ampliando a base de apoio do parlamentar e aprofundando o clima de polarização no início de 2026.

Com a chegada prevista para o fim de semana, aliados esperam transformar o ato em Brasília em uma demonstração de força política da direita, marcando mais um capítulo da tensão crescente entre setores conservadores, o Judiciário e o governo federal.

m meio ao tratamento contra o câncer, pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Santa Rita, em Vitória, passam a contar com uma nova iniciativa voltada ao acolhimento, ao bem-estar e à autonomia. A Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (Afecc) abriu vagas para voluntários interessados em ministrar oficinas de artesanato na Casa Rosa, espaço mantido pela instituição para apoio a pacientes oncológicos.

A ação integra um projeto de inclusão produtiva que utiliza a arte como instrumento de cuidado durante o tratamento. As oficinas oferecem momentos de aprendizado e convivência, ajudando os pacientes a ocupar o tempo de forma positiva, reduzir o estresse e fortalecer a autoestima, frequentemente abalada pelo diagnóstico e pelos efeitos físicos e emocionais da doença.

Além do aspecto terapêutico, o projeto também busca resultados práticos. As atividades desenvolvidas nas oficinas podem se transformar em uma alternativa de geração de renda, ampliando as possibilidades de independência financeira e preservando a dignidade dos pacientes em um período marcado por limitações e desafios.

Ao atuar como voluntário, o participante contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida de pessoas em tratamento oncológico, compartilhando saberes, experiências e criando vínculos. Para a presidente da Afecc, Marilucia Dalla, o voluntariado precisa ir além da boa intenção.

“O voluntariado bem feito é aquele que gera impacto real, promove inclusão e deixa marcas positivas tanto em quem recebe quanto em quem doa”, afirma.

Os interessados em participar do projeto ou obter mais informações podem entrar em contato com a Afecc pelo telefone (27) 3334-8135.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para receber a visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), no local onde está preso, o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, em Brasília. O pedido foi protocolado nesta segunda-feira (19) e será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo.

Além de Tarcísio, Bolsonaro também pediu autorização para receber Diego Torres Dourado, seu cunhado, e o pecuarista Bruno Scheid, vice-presidente do PL em Rondônia. As visitas dependem de aval judicial, uma vez que o ex-presidente cumpre pena em regime fechado e está submetido a restrições determinadas pelo STF.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Na semana passada, por decisão de Alexandre de Moraes, ele foi transferido da Superintendência da Polícia Federal, onde estava custodiado, para a unidade da Polícia Militar do DF.

Caso a visita seja autorizada, o encontro com Tarcísio de Freitas terá forte peso político. Será a primeira reunião presencial entre os dois desde que Bolsonaro confirmou oficialmente o apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. A decisão foi formalizada por meio de uma carta divulgada em dezembro do ano passado, após o próprio Flávio anunciar que havia sido escolhido pelo pai para disputar o Planalto.

Tarcísio é considerado um dos principais aliados políticos de Bolsonaro e figura central no campo conservador, especialmente após assumir o governo de São Paulo. A eventual visita ocorre em um contexto de reorganização da direita, marcada por disputas internas, definições eleitorais e críticas recorrentes às decisões do Judiciário envolvendo o ex-presidente.

Até o momento, o STF não informou prazo para a análise do pedido.

Uma disputa judicial envolvendo o Banco Master e seu CEO, Daniel Vorcaro, terminou em derrota para ambos no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). O processo teve origem em uma queixa-crime apresentada em outubro de 2024 contra o empresário e investidor Vladimir Joelsas Timerman, fundador da Esh Capital, e foi rejeitado tanto em primeira instância quanto no julgamento do recurso.

O caso ganhou atenção não apenas pelo desfecho desfavorável aos autores da ação, mas também por um detalhe incomum: trata-se do único episódio conhecido em que o Banco Master e Daniel Vorcaro foram representados pelo escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, em conjunto com os filhos do casal, Alexandre e Giuliana Barci de Moraes.

Ao analisar o recurso, o TJ-SP manteve integralmente a decisão inicial, acolhendo o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça, que apontou ausência de elementos suficientes para caracterizar a intenção específica de ofender, requisito essencial para a configuração de determinados crimes contra a honra. Com isso, a queixa-crime foi definitivamente arquivada, e os autores da ação foram condenados ao pagamento de honorários advocatícios à defesa de Timerman.

O litígio está inserido em um contexto mais amplo de disputas envolvendo investidores da Gafisa, empresa da qual Vladimir Timerman é acionista. As divergências extrapolaram o Judiciário estadual e chegaram a órgãos de controle. O gestor levou denúncias à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que resultou na abertura de um inquérito para apurar supostas operações fraudulentas relacionadas a fundos associados ao empresário Nelson Tanure e ao próprio Banco Master.

Essas apurações seguem em andamento em outras esferas, sem conclusão até o momento. O encerramento da queixa-crime, no entanto, reforça o entendimento do Judiciário paulista de que não houve, no caso concreto, comprovação de dolo ou abuso que justificasse a persecução penal contra Timerman.

O episódio amplia o debate sobre conflitos societários de grande porte, a judicialização de disputas entre investidores e o uso do sistema penal em controvérsias de natureza empresarial, além de chamar atenção para a atuação de personagens centrais do mercado financeiro em litígios que continuam sob escrutínio de autoridades reguladoras.


A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), apresentou o balanço das ações desenvolvidas ao longo do ano de 2025, destacando um marco histórico na segurança pública capixaba: o menor número de homicídios registrados nos últimos 29 anos no Estado.

Em 2025, foram contabilizados 796 homicídios dolosos, o menor número desde 1996, quando teve início a série histórica. É a primeira vez, em quase três décadas, que o Espírito Santo encerra um ano com menos de 800 homicídios. Em comparação com 2024, até então o melhor resultado da série, com 854 casos, houve uma redução de 6,8%, o que representa 58 vidas poupadas.

Os dados apresentados também evidenciam que, além da redução geral dos homicídios, dez municípios capixabas não registraram nenhuma ocorrência desse tipo em 2025. Destaque para Dores do Rio Preto, que alcançou a marca de 1.324 dias sem registros, seguido por Iconha, com 1.109 dias, e Vila Pavão, com 784 dias sem ocorrências.

A Região Sul alcançou o melhor desempenho de sua história, com redução de 33,3% nos homicídios em relação ao ano anterior. A Região Serrana apresentou queda de 25,4%, enquanto a Região Noroeste registrou redução de 12,6%.

Resultados expressivos também foram observados na redução da violência contra a mulher. Em 2025, foram registrados 75 homicídios de mulheres, o menor número da série histórica desde 1996. Especificamente nos casos de feminicídio, houve redução de 15,4% em relação a 2024, passando de 39 para 33 ocorrências, o menor índice desde 2017.

Ações do DEHPP no enfrentamento à criminalidade

Ao longo do ano, o DEHPP desenvolveu ações estratégicas de enfrentamento à criminalidade, com trabalho técnico e operacional que resultou na prisão de centenas de autores de homicídios, além da repressão e do desmantelamento de organizações criminosas que tentam atuar no Estado.

Na Região Metropolitana, historicamente mais impactada pela violência letal, 2025 apresentou o melhor resultado da série histórica, com 395 homicídios, frente a 403 registros em 2024.

No total, foram deflagradas 903 operações policiais, cumpridos 287 mandados de busca e apreensão e 714 mandados de prisão, entre temporários e preventivos, culminando na prisão de 581 pessoas e na apreensão de 29 adolescentes em conflito com a lei, em decorrência de flagrantes ou ordens judiciais. As ações também resultaram na apreensão de 81 armas de fogo, retiradas de circulação.

De acordo com o chefe do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), delegado Fabrício Dutra, os números refletem a consolidação de um modelo de atuação baseado em inteligência, planejamento e resposta rápida às práticas criminosas.

“Os resultados alcançados em 2025 são fruto de um trabalho técnico e contínuo, com investigações qualificadas, ações integradas e presença constante das equipes do DEHPP nos territórios mais sensíveis. A redução histórica dos homicídios demonstra a efetividade da atuação da Polícia Civil no enfrentamento aos crimes contra a vida”, destacou o delegado.

Principais prisões realizadas ao longo do ano

No dia 17 de março, no bairro Jaburuna, em Vila Velha, a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha realizou uma operação para o cumprimento de mandado de prisão contra o autor do homicídio que vitimou o professor de jiu-jitsu Stanley Baldan Stein. O crime foi registrado no dia 28 de agosto de 2025.
No mês de junho, outra prisão de destaque foi realizada, com a captura, no Estado de Minas Gerais, de um dos autores do homicídio que vitimou o empresário Wallace Borges Lovato, no bairro Praia da Costa, em Vila Velha.

No dia 08 de agosto, uma operação da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Viana resultou na prisão em flagrante de um homem de 26 anos, apontado como autor do homicídio ocorrido em um frigorífico no bairro Morada de Vila Bethânia, em Viana. A vítima, Jones Conceição dos Santos, de 33 anos, foi atacada de forma violenta e inesperada.

A Operação Terra Santa, deflagrada no dia 06 de novembro em parceria com a Polícia Penal do Espírito Santo (PPES), a Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) e a Guarda Municipal de Vila Velha (GMVV), mobilizou cerca de 100 agentes. A ação teve como principal objetivo a repressão às quadrilhas de narcotraficantes que atuavam na região da Grande Santa Rita, área que se encontrava conflagrada em razão da disputa por pontos de venda de entorpecentes. Após a deflagração da operação, foi observada redução significativa nas ocorrências de disparos de arma de fogo e nos registros de homicídios na região.

Para o delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, José Darcy Arruda, os resultados alcançados refletem uma política pública estruturada e integrada, com investimentos contínuos e fortalecimento das instituições.

“O balanço apresentado demonstra o comprometimento dos nossos policiais, o trabalho integrado com as forças de segurança e os elevados investimentos do Governo do Estado em tecnologia e ferramentas para o combate à criminalidade. Encerramos o ano de 2025 com a menor taxa de homicídios dos últimos 29 anos e vamos continuar trabalhando de forma firme no enfrentamento ao crime”, afirmou Arruda.

O Espírito Santo está sob alerta máximo para chuvas intensas após o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitir, nesta segunda-feira (19), três níveis de aviso meteorológico que abrangem todos os municípios capixabas. Os alertas indicam risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamento de rios, queda de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica e descargas atmosféricas.

O aviso mais grave, classificado na cor vermelha, permanece válido até 23h59 de terça-feira (20). Ele aponta grande perigo para acumulados de chuva superiores a 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros em um único dia, cenário que eleva significativamente o risco de ocorrências graves, especialmente em áreas urbanas vulneráveis e regiões com histórico de deslizamentos.

De acordo com o Inmet, o alerta vermelho abrange dezenas de municípios, incluindo cidades da Grande Vitória, do Sul, da Região Serrana, do Noroeste e do Norte do Estado, como Guarapari, Serra, Vitória, Vila Velha, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares, Aracruz, Santa Teresa, Domingos Martins e Iúna, entre outros.

Além do aviso máximo, o Inmet também mantém alerta laranja, que indica perigo, válido até as 23h59 desta segunda-feira (19). Nesse nível, são esperadas chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros por dia, acompanhadas de ventos que podem chegar a 100 km/h e possibilidade de queda de granizo. O alerta laranja também cobre todo o território capixaba.

Já o alerta amarelo, de perigo potencial, também em vigor até o fim desta segunda-feira, prevê volumes de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, com ventos de até 60 km/h. Apesar de menos severo, o aviso ainda aponta risco para alagamentos pontuais e transtornos no fornecimento de energia.

As condições adversas estão associadas à atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), fenômeno típico do verão que provoca a formação de um corredor persistente de umidade sobre o país. Segundo o Climatempo, a ZCAS deve permanecer atuando sobre o Espírito Santo entre os dias 19 e 23 de janeiro, período em que algumas regiões podem registrar acumulados entre 200 e 400 milímetros de chuva.

Isso significa que, em apenas cinco dias, pode chover o equivalente ou até mais do que o volume esperado para todo o mês de janeiro, aumentando o risco de eventos extremos.

Diante do cenário, a orientação é que a população redobre a atenção, evite áreas alagadas, não se abrigue sob árvores durante tempestades e acompanhe os avisos da Defesa Civil e dos órgãos meteorológicos. Em caso de emergência, o recomendado é acionar os serviços de atendimento pelo telefone 199 (Defesa Civil) ou 193 (Corpo de Bombeiros).

O sistema de pagamentos instantâneos PIX apresentou instabilidade nesta segunda-feira (19), provocando dificuldades para usuários em diversas instituições financeiras em todo o país. As falhas foram amplamente relatadas nas redes sociais, onde clientes afirmaram não conseguir realizar transferências, pagamentos e recebimentos ao longo do dia.

De acordo com o site DownDetector, plataforma que monitora interrupções em serviços digitais, mais de 6 mil reclamações foram registradas até por volta das 14h40. O pico de notificações ocorreu de forma simultânea em diferentes bancos, o que reforça a suspeita de que o problema esteja relacionado ao sistema do Banco Central, responsável pela infraestrutura do PIX, e não a falhas isoladas nas instituições.

Entre os bancos com maior volume de reclamações estão Inter, Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Nubank, Santander, Caixa Econômica Federal e C6 Bank. Usuários relataram mensagens de erro, transações pendentes e indisponibilidade temporária do serviço nos aplicativos.

Até o momento, o Banco Central não divulgou nota oficial detalhando as causas da instabilidade ou previsão para a normalização completa do sistema. As instituições financeiras afetadas também informaram, em comunicados pontuais aos clientes, que acompanham o problema e aguardam a regularização do serviço.

O PIX é hoje o principal meio de pagamento utilizado no Brasil, tanto por pessoas físicas quanto por empresas, o que faz com que qualquer instabilidade tenha impacto imediato na rotina financeira da população.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, para tratar da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a parlamentar, o encontro está agendado para a próxima segunda-feira (19).

A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), após a transferência de Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, mais especificamente para a unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Para Damares, a situação do ex-presidente configura uma violação de direitos fundamentais.

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, afirmou a senadora. Ela sustenta que a detenção desconsidera as condições de saúde do ex-chefe do Executivo.


A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, para tratar da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a parlamentar, o encontro está agendado para a próxima segunda-feira (19).

A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), após a transferência de Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, mais especificamente para a unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Para Damares, a situação do ex-presidente configura uma violação de direitos fundamentais.

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, afirmou a senadora. Ela sustenta que a detenção desconsidera as condições de saúde do ex-chefe do Executivo.

Aliados políticos e a defesa de Bolsonaro têm reforçado o pedido de prisão domiciliar, alegando que ele enfrenta um quadro de saúde delicado. Damares destacou que o ex-presidente é idoso, passou por diversos procedimentos médicos nos últimos anos e necessita de acompanhamento constante.

“Bolsonaro é um idoso com a saúde extremamente debilitada, um homem que precisa de assistência 24 horas por dia”, argumentou.

A senadora afirmou ainda que levará o caso a organismos internacionais como forma de pressionar por uma reavaliação das condições de custódia e do regime de prisão imposto ao ex-presidente.

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