O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou nesta sexta-feira (16) por mais 60 dias o prazo para a conclusão das investigações que apuram suspeitas de irregularidades na operação de venda do Banco Master. A decisão atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que alegou a necessidade de mais tempo diante da complexidade do caso e do volume de manifestações de autoridades policiais ainda pendentes de análise.
Na decisão, Toffoli afirmou que as razões apresentadas justificam a prorrogação do inquérito e determinou a ciência à Procuradoria-Geral da República (PGR). As apurações chegaram ao STF em dezembro, quando a Corte decidiu avocar o caso, retirando a competência da Justiça Federal em Brasília.
Nesta semana, a PF deflagrou a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema financeiro envolvendo a movimentação de cerca de R$ 12 bilhões. O ministro chegou a determinar que a Polícia Federal deixasse de guardar e analisar os materiais apreendidos, decisão que gerou críticas e foi posteriormente revista de forma parcial.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou nesta sexta-feira (16) por mais 60 dias o prazo para a conclusão das investigações que apuram suspeitas de irregularidades na operação de venda do Banco Master. A decisão atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que alegou a necessidade de mais tempo diante da complexidade do caso e do volume de manifestações de autoridades policiais ainda pendentes de análise.
Na decisão, Toffoli afirmou que as razões apresentadas justificam a prorrogação do inquérito e determinou a ciência à Procuradoria-Geral da República (PGR). As apurações chegaram ao STF em dezembro, quando a Corte decidiu avocar o caso, retirando a competência da Justiça Federal em Brasília.
Nesta semana, a PF deflagrou a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema financeiro envolvendo a movimentação de cerca de R$ 12 bilhões. O ministro chegou a determinar que a Polícia Federal deixasse de guardar e analisar os materiais apreendidos, decisão que gerou críticas e foi posteriormente revista de forma parcial.
De acordo com a PF, há indícios de participação de dirigentes do Banco de Brasília (BRB) no esquema. Entre os crimes investigados estão organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, induzimento ou manutenção de investidor em erro, uso de informação privilegiada, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro.
O empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, chegou a ser preso em novembro, mas foi solto poucos dias depois. Ainda nesta sexta-feira, Toffoli determinou que a PF alterasse o cronograma de colheita dos depoimentos dos investigados, concentrando as diligências em apenas dois dias. Inicialmente, os depoimentos ocorreriam ao longo da última semana de janeiro e da primeira quinzena de fevereiro.
No Congresso Nacional, o caso também começa a ganhar tração. Em entrevista à Jovem Pan, o senador Renan Calheiros afirmou que decidiu acelerar o acompanhamento das investigações e anunciou a criação de um grupo de trabalho no Senado, que começará a atuar já no retorno do recesso legislativo, antes mesmo da eventual instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).
Segundo o senador, o objetivo é acompanhar de perto as apurações em curso, ouvir os envolvidos e adotar medidas de fiscalização financeira, atribuição da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
“Na segunda-feira falarei sobre a instalação, o plano de trabalho e tudo mais”, declarou.






























