As 5 músicas preferidas de Tony Hawk, lenda do Skate

Tony Hawk, considerado um dos maiores skatistas da história, tem uma forte admiração pela música e isso não é segredo pra ninguém.

Afinal, apesar de ser uma das referências mais importantes quando falamos de Skate, não tem como dizer que o lendário esportista não foi responsável por influenciar e moldar o gosto musical de uma geração.

Isso porque a emblemática franquia de jogos Tony Hawk’s Pro Skater apresentou uma série de clássicos do Rock, Punk e seus subgêneros a toda uma geração, que ouvia grandes clássicos enquanto os personagens andavam pelas pistas do game fazendo suas manobras radicais.

Em 2008, ao falar com a KCRW, Tony Hawk mostrou, mais uma vez, sua proximidade com a música ao compartilhar algumas de suas canções preferidas, que na escola o fizeram ser “considerado um excluído”.

Além de ter confessado que deixou muita gente surpreso na adolescência por gostar de ouvir Dead Kennedys, Hawk também contou que passou a gostar de The Clash depois de pegar carona com skatistas mais velhos e reforçou sua relação com o Punk.

Confira a seguir as músicas mencionadas por Tony Hawk e a explicação do skatista sobre cada uma delas!

As 5 músicas preferidas de Tony Hawk

DEVO – “Gut Feeling”

“Sabe, eu sinto que DEVO tem sido uma influência cultural desde o começo. Muitas pessoas só associam DEVO com ‘Whip It’ nos anos 80, e tudo bem, mas eu sinto que há muito mais no DEVO. Se você olhar para o que Mark Mothersbaugh está fazendo agora, ele é a música por trás da Nickelodeon e tantas trilhas sonoras e coisas assim.

Eu só lembro de ir ao skatepark quando era mais novo, provavelmente 10 ou 11 anos de idade, e ouvir ‘Freedom of Choice’ saindo pelos alto-falantes. Eu amava. E então isso me levou a cavar mais fundo no catálogo do DEVO e percebi o quanto mais há. Eu sinto que ‘Gut Feeling’ é uma faixa tão temperamental, você sabe que ela passa por diferentes fases, e eu sempre pensei que era uma música perfeita para um vídeo de skate.”

Dead Kennedys – “Police Truck”

“Crescer no skate park, para mim era um playground. Andar de skate naquela época era considerado tão marginalizado e quase ilegal. A cultura e o estilo de vida, e a moda e a música que vinham daquela cena eram muito ousadas. Você ouvia Dead Kennedys e TSOL saindo dos mesmos alto-falantes, onde há crianças, jovens, ouvindo coisas que na época achavam chocantes.

Quando eu estava na escola, eu era considerado um excluído. Eu nem era realmente reconhecido, porque eu era um skatista e eu era diferente e ouvia esse tipo de música. Eu ouvia Dead Kennedys e isso era absurdo. Sabe, isso era para caras com moicanos que viviam na Inglaterra, até onde eles sabiam. E eu simplesmente gostava porque era diferente e Jello Biafra tem um humor tão mordaz em sua música. Se você realmente ouvir suas letras, elas são bem incríveis e quase políticas.”

Frank Black – “If It Takes All Night”

“Eu me tornei um fã dos Pixies meio tarde. Quando você está em turnê e dirige o tempo todo, você tem um grupo seleto de CDs ou fitas cassete, e esses são os que estão sempre em rotação. E Doolittle’ foi definitivamente um deles. Eu decorei esse álbum inteirinho e então eles se separaram. E aí eu segui um pouco os Breeders, mas sempre achei Frank Black incrível – ou Black Frances -, e eu gostava de seus álbuns solo.

Você sabe que eles não foram muito bem recebidos, mas havia algumas faixas incríveis em cada um deles. Sabe, ele estava lançando um ou dois por ano com 30 faixas neles, era como se ele fosse uma máquina de fazer música. E essa música, para mim, é um hino de turnê.”

The Clash – “Safe European Home”

“Eu amo The Clash e posso dizer que estava lá desde o começo no The Clash, felizmente. Lembro-me de ouvir ‘White Riot’ nos dias de skatepark. Eu pegava uma carona com os skatistas mais velhos no carro deles, eles estavam ouvindo The Clash. Eu sempre achei que ‘London Calling’ era um dos melhores álbuns de todos os tempos, sério. Quando eles lançaram ‘The Clash na Broadway’, eu comprei e nunca tinha ouvido ‘Safe European Home’. Virou uma das minhas músicas favoritas.”

Nine Inch Nails – “1,000,000”

“Eu amo o Nine Inch Nails desde o primeiro álbum. Lembro de tê-lo comprado, ‘Pretty Hate Machine’. ‘Head Like a Hole’ estava tocando o tempo todo. Quer dizer, eu só ouço essa faixa várias e várias vezes e, subsequentemente, cada álbum depois disso se tornou um evento para mim do tipo,’Ah, tem um novo saindo – é isso que vou ouvir nas próximas semanas’.

Na verdade, conheci Trent nos últimos anos. Ele veio ao meu aniversário de 40 anos, o que foi uma visão incrível para mim, vê-lo jogar boliche. Fizemos uma festa de boliche do Big Lebowski para o meu aniversário de 40 anos e Trent e sua namorada tinham uma pista e jogaram boliche por duas horas seguidas.”

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Redação O Fator Brasil

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Em um cenário nacional marcado por debates ideológicos acirrados e por uma crescente polarização em torno do papel das Forças Armadas e das forças de segurança, os militares têm sido, em muitos espaços institucionais, pouco defendidos ou até mesmo alvo de discursos críticos nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional. A ausência de uma defesa consistente dessas instituições, especialmente no campo político, tem ampliado a sensação de distanciamento entre os parlamentares e os profissionais responsáveis pela garantia da ordem e da soberania nacional.

Na contramão desse movimento, na Câmara Municipal de Vitória, capital do Espírito Santo, o vereador Leonardo Monjardim, que é descendente de uma família de tradição militar, consolidou-se como uma voz permanente em defesa das Forças Armadas e das Forças Auxiliares. Sua atuação vai além do discurso pontual, sendo marcada por posicionamentos frequentes, embates políticos e iniciativas legislativas voltadas ao reconhecimento histórico e à valorização da carreira militar.

Ao longo de seu mandato, Monjardim tem sustentado que a segurança pública e a defesa nacional não podem ser tratadas como pautas secundárias. Em debates no plenário, Monjardim tem enfrentado parlamentares de esquerda ao defender a atuação firme da Polícia Militar no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas, sempre ressaltando a necessidade de apoio dos poderes e da sociedade em favor dos policiais.

Além do discurso político em defesa da segurança pública, Monjardim tem transformado essa pauta em ações legislativas concretas. O vereador é autor de uma série de leis que reconhecem, valorizam e preservam a memória das instituições militares e de seus integrantes no município de Vitória.

De acordo com o vereador Monjardim, “as Forças Armadas e as Forças Auxiliares de Segurança exercem um papel indispensável na preservação da ordem, da soberania e da segurança da população, merecendo o reconhecimento institucional pelo serviço que prestam diariamente à sociedade. É lamentável que parte da sociedade, da imprensa e até de alguns órgãos públicos não compreenda a real dimensão desse valor e, muitas vezes, dirija críticas injustas a esses profissionais que dedicam suas vidas à proteção da sociedade.”

Entre as iniciativas está a criação da Comenda Duque de Caxias, em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva, patrono do Exército Brasileiro, reforçando o reconhecimento institucional aos militares que se destacam na defesa da pátria e da ordem pública. No calendário oficial da cidade, também foram instituídas datas comemorativas de entidades ligadas às Forças Armadas e Auxiliares, como a Lei 10.261/2025, que reconhece e celebra a Fundação da AORE (Associação de Oficiais R/2), a Lei 10.301/2026, que reconhece e celebra a Fundação da AVEPES (Associação de Veteranos da Pelopes), a Lei 10.284/2025, que reconhece e celebra a Fundação da Associação dos Boinas Azuis do Espírito Santo, a Lei 10.094/2024, que reconhece e celebra o Dia do Adesguiano, a Lei 9.998/2023, que reconhece e celebra o Dia do Oficial da Reserva R/2, a Lei 10.234/2025, que reconhece e celebra o Aniversário do 38º Batalhão de Infantaria, Batalhão Tibúrcio, e a Lei 10.235/2025, que reconhece e celebra a Fundação da FEB (Força Expedicionária Brasileira), a Lei 10.260/2025, que reconhece e celebra a Fundação da SABATI (Sociedade Amigos do Batalhão Tibúrcio), e a Lei 10.307/2026, que reconhece e celebra a Fundação da SOAMAR (Sociedade Amigos da Marinha).

Com uma atuação marcada pela coerência entre discurso e prática legislativa, Leonardo Monjardim consolida-se em Vitória como uma das principais referências políticas na defesa dos militares, das forças auxiliares e da valorização institucional daqueles que dedicam suas vidas à segurança pública e à soberania nacional.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) decidiu transformar o inconformismo político em gesto concreto. Desde a manhã desta segunda-feira (19), ele percorre a pé mais de 200 quilômetros pela BR-040, saindo de Paracatu, no interior de Minas Gerais, com destino a Brasília. A chegada está prevista para o próximo domingo (25), quando aliados planejam um ato público na capital federal. A iniciativa foi batizada de “caminhada pela liberdade”.

A decisão veio após o cumprimento de agenda em Minas. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Nikolas contou que desistiu de voltar para casa ao sentir que não poderia simplesmente seguir a rotina diante do que classificou como uma sequência de abusos e escândalos políticos no país. Segundo ele, há um processo de normalização de fatos graves que deveria causar indignação coletiva.

“Meu coração tem ficado inquieto há muito tempo com o que está acontecendo. O brasileiro foi colocado numa posição de impotência, quase de manipulação psicológica, em que nada mais choca”, afirmou o parlamentar, ao mencionar as condenações ligadas aos atos de 8 de janeiro e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nikolas sustenta que a sensação de impotência não atinge apenas a população, mas também parlamentares, que, segundo ele, estariam de mãos atadas diante de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Em tom crítico, o deputado direcionou ataques à Corte e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), dizendo que o país se acostumou a situações que, em outros momentos, teriam levado multidões às ruas.

A caminhada tem forte apelo simbólico. Ao justificar o gesto, Nikolas relembrou as mobilizações populares que antecederam o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, como prova de que a pressão popular pode mudar os rumos do país.

“Hoje, sobrou a nossa voz. E se Deus me deu essa voz, eu vou usá-la”, declarou.

O ato começou a atrair outros nomes da direita. Já confirmaram participação os deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e André Fernandes (PL-CE), além dos vereadores Lucas Pavanato (PL-SP), Fernando Holiday (PL-SP) e Dinho Souza (PL-ES), e do deputado estadual Lucas Polese (PL-ES). André Fernandes e Gustavo Gayer já se encontraram com Nikolas ao longo do trajeto.

Ao longo da caminhada, o deputado tem reforçado que o protesto pede a liberdade de Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão, e questiona a situação dos presos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, classificados pela Justiça como tentativa de golpe de Estado.

A mobilização ocorre poucos dias depois de Nikolas voltar ao centro do debate nacional ao divulgar vídeos sugerindo que o governo federal estaria monitorando e planejando taxar o Pix. As informações foram negadas pela Receita Federal e rebatidas publicamente pelo presidente Lula, mas tiveram ampla repercussão nas redes sociais, ampliando a base de apoio do parlamentar e aprofundando o clima de polarização no início de 2026.

Com a chegada prevista para o fim de semana, aliados esperam transformar o ato em Brasília em uma demonstração de força política da direita, marcando mais um capítulo da tensão crescente entre setores conservadores, o Judiciário e o governo federal.

m meio ao tratamento contra o câncer, pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Santa Rita, em Vitória, passam a contar com uma nova iniciativa voltada ao acolhimento, ao bem-estar e à autonomia. A Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (Afecc) abriu vagas para voluntários interessados em ministrar oficinas de artesanato na Casa Rosa, espaço mantido pela instituição para apoio a pacientes oncológicos.

A ação integra um projeto de inclusão produtiva que utiliza a arte como instrumento de cuidado durante o tratamento. As oficinas oferecem momentos de aprendizado e convivência, ajudando os pacientes a ocupar o tempo de forma positiva, reduzir o estresse e fortalecer a autoestima, frequentemente abalada pelo diagnóstico e pelos efeitos físicos e emocionais da doença.

Além do aspecto terapêutico, o projeto também busca resultados práticos. As atividades desenvolvidas nas oficinas podem se transformar em uma alternativa de geração de renda, ampliando as possibilidades de independência financeira e preservando a dignidade dos pacientes em um período marcado por limitações e desafios.

Ao atuar como voluntário, o participante contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida de pessoas em tratamento oncológico, compartilhando saberes, experiências e criando vínculos. Para a presidente da Afecc, Marilucia Dalla, o voluntariado precisa ir além da boa intenção.

“O voluntariado bem feito é aquele que gera impacto real, promove inclusão e deixa marcas positivas tanto em quem recebe quanto em quem doa”, afirma.

Os interessados em participar do projeto ou obter mais informações podem entrar em contato com a Afecc pelo telefone (27) 3334-8135.

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