m meio ao tratamento contra o câncer, pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Santa Rita, em Vitória, passam a contar com uma nova iniciativa voltada ao acolhimento, ao bem-estar e à autonomia. A Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (Afecc) abriu vagas para voluntários interessados em ministrar oficinas de artesanato na Casa Rosa, espaço mantido pela instituição para apoio a pacientes oncológicos.

A ação integra um projeto de inclusão produtiva que utiliza a arte como instrumento de cuidado durante o tratamento. As oficinas oferecem momentos de aprendizado e convivência, ajudando os pacientes a ocupar o tempo de forma positiva, reduzir o estresse e fortalecer a autoestima, frequentemente abalada pelo diagnóstico e pelos efeitos físicos e emocionais da doença.

Além do aspecto terapêutico, o projeto também busca resultados práticos. As atividades desenvolvidas nas oficinas podem se transformar em uma alternativa de geração de renda, ampliando as possibilidades de independência financeira e preservando a dignidade dos pacientes em um período marcado por limitações e desafios.

Ao atuar como voluntário, o participante contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida de pessoas em tratamento oncológico, compartilhando saberes, experiências e criando vínculos. Para a presidente da Afecc, Marilucia Dalla, o voluntariado precisa ir além da boa intenção.

“O voluntariado bem feito é aquele que gera impacto real, promove inclusão e deixa marcas positivas tanto em quem recebe quanto em quem doa”, afirma.

Os interessados em participar do projeto ou obter mais informações podem entrar em contato com a Afecc pelo telefone (27) 3334-8135.

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), apresentou o balanço das ações desenvolvidas ao longo do ano de 2025, destacando um marco histórico na segurança pública capixaba: o menor número de homicídios registrados nos últimos 29 anos no Estado.

Em 2025, foram contabilizados 796 homicídios dolosos, o menor número desde 1996, quando teve início a série histórica. É a primeira vez, em quase três décadas, que o Espírito Santo encerra um ano com menos de 800 homicídios. Em comparação com 2024, até então o melhor resultado da série, com 854 casos, houve uma redução de 6,8%, o que representa 58 vidas poupadas.

Os dados apresentados também evidenciam que, além da redução geral dos homicídios, dez municípios capixabas não registraram nenhuma ocorrência desse tipo em 2025. Destaque para Dores do Rio Preto, que alcançou a marca de 1.324 dias sem registros, seguido por Iconha, com 1.109 dias, e Vila Pavão, com 784 dias sem ocorrências.

A Região Sul alcançou o melhor desempenho de sua história, com redução de 33,3% nos homicídios em relação ao ano anterior. A Região Serrana apresentou queda de 25,4%, enquanto a Região Noroeste registrou redução de 12,6%.

Resultados expressivos também foram observados na redução da violência contra a mulher. Em 2025, foram registrados 75 homicídios de mulheres, o menor número da série histórica desde 1996. Especificamente nos casos de feminicídio, houve redução de 15,4% em relação a 2024, passando de 39 para 33 ocorrências, o menor índice desde 2017.

Ações do DEHPP no enfrentamento à criminalidade

Ao longo do ano, o DEHPP desenvolveu ações estratégicas de enfrentamento à criminalidade, com trabalho técnico e operacional que resultou na prisão de centenas de autores de homicídios, além da repressão e do desmantelamento de organizações criminosas que tentam atuar no Estado.

Na Região Metropolitana, historicamente mais impactada pela violência letal, 2025 apresentou o melhor resultado da série histórica, com 395 homicídios, frente a 403 registros em 2024.

No total, foram deflagradas 903 operações policiais, cumpridos 287 mandados de busca e apreensão e 714 mandados de prisão, entre temporários e preventivos, culminando na prisão de 581 pessoas e na apreensão de 29 adolescentes em conflito com a lei, em decorrência de flagrantes ou ordens judiciais. As ações também resultaram na apreensão de 81 armas de fogo, retiradas de circulação.

De acordo com o chefe do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), delegado Fabrício Dutra, os números refletem a consolidação de um modelo de atuação baseado em inteligência, planejamento e resposta rápida às práticas criminosas.

“Os resultados alcançados em 2025 são fruto de um trabalho técnico e contínuo, com investigações qualificadas, ações integradas e presença constante das equipes do DEHPP nos territórios mais sensíveis. A redução histórica dos homicídios demonstra a efetividade da atuação da Polícia Civil no enfrentamento aos crimes contra a vida”, destacou o delegado.

Principais prisões realizadas ao longo do ano

No dia 17 de março, no bairro Jaburuna, em Vila Velha, a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha realizou uma operação para o cumprimento de mandado de prisão contra o autor do homicídio que vitimou o professor de jiu-jitsu Stanley Baldan Stein. O crime foi registrado no dia 28 de agosto de 2025.
No mês de junho, outra prisão de destaque foi realizada, com a captura, no Estado de Minas Gerais, de um dos autores do homicídio que vitimou o empresário Wallace Borges Lovato, no bairro Praia da Costa, em Vila Velha.

No dia 08 de agosto, uma operação da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Viana resultou na prisão em flagrante de um homem de 26 anos, apontado como autor do homicídio ocorrido em um frigorífico no bairro Morada de Vila Bethânia, em Viana. A vítima, Jones Conceição dos Santos, de 33 anos, foi atacada de forma violenta e inesperada.

A Operação Terra Santa, deflagrada no dia 06 de novembro em parceria com a Polícia Penal do Espírito Santo (PPES), a Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) e a Guarda Municipal de Vila Velha (GMVV), mobilizou cerca de 100 agentes. A ação teve como principal objetivo a repressão às quadrilhas de narcotraficantes que atuavam na região da Grande Santa Rita, área que se encontrava conflagrada em razão da disputa por pontos de venda de entorpecentes. Após a deflagração da operação, foi observada redução significativa nas ocorrências de disparos de arma de fogo e nos registros de homicídios na região.

Para o delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, José Darcy Arruda, os resultados alcançados refletem uma política pública estruturada e integrada, com investimentos contínuos e fortalecimento das instituições.

“O balanço apresentado demonstra o comprometimento dos nossos policiais, o trabalho integrado com as forças de segurança e os elevados investimentos do Governo do Estado em tecnologia e ferramentas para o combate à criminalidade. Encerramos o ano de 2025 com a menor taxa de homicídios dos últimos 29 anos e vamos continuar trabalhando de forma firme no enfrentamento ao crime”, afirmou Arruda.

No Espírito Santo, o Rotary construiu uma trajetória sólida, com clubes que se destacaram pelo trabalho voluntário e pela atuação comunitária contínua na capital e por mais de 20 cidades no interior.

É nesse cenário que se destaca a trajetória do vereador Leonardo Monjardim, membro do Rotary Club de Vitória Jucutuquara, cuja atuação pública reflete de forma clara os valores rotarianos. Sua participação no Rotary contribuiu para a formação de uma visão de serviço que ultrapassa os limites da atuação institucional, influenciando diretamente seu desempenho no mandato parlamentar.

Na Câmara Municipal de Vitória, Leonardo Monjardim foi responsável por iniciativas que fortaleceram o reconhecimento do Rotary enquanto entidade de relevância social. Entre elas, a realização de sessões solenes em homenagem ao Rotary Club, momentos que deram visibilidade ao trabalho desenvolvido por rotarianos ao longo de décadas. Destacam-se ainda a Lei nº 10.126/2024, que declara de Utilidade Pública o Rotary Club de Vitória Jucutuquara, e a Lei nº 10.128/2024, que autoriza a instalação de um monumento institucional na cidade de Vitória em homenagem ao clube, consolidando de forma permanente o legado do Rotary na história da capital capixaba.

Mais do que atos legislativos, essas iniciativas representam o reconhecimento público de uma trajetória construída com base no voluntariado, na ética e no compromisso social.”, diz Monjardim. Ao unir sua condição de rotariano ao exercício do mandato, Leonardo Monjardim reafirma que o serviço à comunidade pode e deve caminhar junto com a política responsável.

Assim, a história do Rotary, sua consolidação no Brasil e sua atuação se entrelaçam em uma narrativa que valoriza o papel do cidadão engajado e do voluntariado organizado. “sinto-me orgulhoso por representar os princípios e valores do Rotary como político na Câmara Municipal de Vitória”, afirmou o Parlamentar.

O Rotary Club Internacional teve origem em 23 de fevereiro de 1905, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos, quando quatro profissionais decidiram transformar amizade, ética e compromisso social em ação concreta. Paul P. Harris Gustavus Loehr, Silvester Schiele e Hiram E. Shorey foram os primeiros rotarianos a se reunir com a proposta de fortalecer laços profissionais e colocar suas habilidades a serviço da comunidade. O grupo inicial passou a se encontrar de forma rotativa nos escritórios de seus integrantes, prática que deu nome ao movimento e lançou as bases de uma organização que se tornaria referência mundial em serviço humanitário.

A partir daquela iniciativa pioneira, o Rotary cresceu de forma contínua e organizada, expandindo-se para diferentes países e culturas, sempre guiado pelo ideal do servir. Ao longo de mais de um século de existência, o Rotary Club Internacional consolidou-se como uma das maiores organizações de serviço do mundo, presente em mais de 200 países e regiões, reunindo homens e mulheres comprometidos com a ética, o voluntariado e o desenvolvimento sustentável. Seu lema, “Dar de Si Antes de Pensar em Si”, traduz o espírito que orienta milhares de projetos voltados à promoção da paz, à melhoria da saúde, ao fortalecimento da educação e ao desenvolvimento econômico das comunidades.

Entre as ações de maior impacto global está o protagonismo do Rotary na luta pela erradicação da poliomielite, uma das maiores campanhas humanitárias da história, reconhecida internacionalmente pela capacidade de mobilizar voluntários, governos e organizações multilaterais em torno de um objetivo comum. Essa atuação consolidou a imagem do Rotary como uma instituição capaz de transformar ideais em resultados concretos, sempre com base na cooperação e no compromisso social.

No Brasil, o Rotary chegou em 1923, com a fundação do primeiro clube no Rio de Janeiro, em um período marcado por intensas transformações sociais e urbanas. Desde então, o movimento rotário se expandiu por todo o território nacional, tornando-se parte ativa da história do país. Os clubes brasileiros passaram a desempenhar papel relevante em projetos de alfabetização, campanhas de saúde, ações sociais, capacitação profissional e incentivo à participação da juventude, contribuindo diretamente para o fortalecimento da cidadania e para a melhoria da qualidade de vida das populações atendidas.

Com foco na preservação de vidas e na modernização das políticas públicas de segurança, o vereador Leonardo Monjardim, do Partido Novo, apresentou a Indicação nº 26.208/2025 ao Poder Executivo municipal, endereçada ao prefeito Lorenzo Pazolini, sugerindo a implementação de drones salva-vidas nas praias de Vitória.

Cercada pelo mar, com praias urbanas e intenso fluxo de moradores e turistas, especialmente durante o verão e feriados prolongados, Vitória registra um aumento significativo no risco de afogamentos e acidentes aquáticos, o que reforça a necessidade de soluções preventivas e eficientes por parte do poder público.

Dados oficiais demonstram que o afogamento é um grave problema de saúde pública no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, entre 2010 e 2023, o país registrou mais de 71 mil mortes por afogamento, com crianças e adolescentes entre os grupos mais vulneráveis.

No Espírito Santo, o cenário também é preocupante. Registros de 2024 e 2025 indicam que o estado contabiliza mais de 150 mortes por afogamento por ano, com maior incidência no período de verão, entre novembro e março, quando cresce significativamente a circulação de banhistas e turistas.

É nesse contexto que a proposta apresentada por Monjardim ganha ainda mais relevância. O equipamento indicado consiste em drones desenvolvidos especificamente para operações de salvamento aquático, projetados para atuar como um primeiro recurso de resposta em situações de afogamento. Esses drones funcionam como boias salva-vidas aéreas, capazes de alcançar rapidamente a área de risco e flutuar diretamente em direção a vítima.

Do ponto de vista operacional, trata-se de uma tecnologia que permite um ganho significativo de tempo, fator determinante em ocorrências de afogamento. Alguns modelos especializados alcançam velocidades em torno de 20 mph (aproximadamente 32 km/h), permitindo que o drone chegue até a vítima com rapidez superior à de um nadador ou bote tradicional, reduzindo drasticamente o tempo de resposta.

Outro importante benefícios da implementação do sistema é a segurança dos próprios salva-vidas. Com a boia chegando primeiro até a vítima, há estabilização imediata da situação no mar, reduzindo o pânico e evitando que a pessoa se afunde enquanto aguarda a chegada do guarda-vidas. Isso traz maior tranquilidade e condições mais seguras para que o profissional realize a abordagem e o resgate com eficiência, sem se expor desnecessariamente a riscos.

Para o vereador, investir em tecnologia que salva vidas é uma medida preventiva, eficiente e alinhada ao bom uso dos recursos públicos. Monjardim destaca que a iniciativa não substitui o trabalho humano, mas amplia a capacidade de resposta do poder público em situações críticas, especialmente em uma cidade insular como Vitória, com grande extensão de áreas costeiras e marítimas.

A Indicação nº 26.208/2025 agora aguarda análise do Executivo municipal, que avaliará a viabilidade técnica e orçamentária da proposta. Caso implementada, a medida poderá representar um avanço significativo na prevenção de afogamentos e na proteção da vida de moradores e turistas que frequentam as praias da capital capixaba.

João Batista Barbosa substitui Raphael do Nascimento durante período de férias e reforça confiança do prefeito Arnaldinho Borgo em quadros com experiência e conhecimento do município

O ex-vereador de Vila Velha João Batista Barbosa, conhecido politicamente como Tita, foi designado para responder interinamente e de forma cumulativa pelo cargo de Secretário Municipal de Serviços Urbanos. A nomeação consta na Portaria nº 699/2025, publicada pela Prefeitura de Vila Velha.

De acordo com o ato oficial, Tita substituirá o secretário Raphael do Nascimento durante o período de férias do titular, entre os dias 15 e 30 de dezembro de 2025. A designação reforça a confiança do prefeito Arnaldinho Borgo em um nome que possui ampla experiência e profundo conhecimento da realidade do município.

Com longa trajetória na vida pública, Tita construiu sua carreira com forte presença nas comunidades de Vila Velha, mantendo diálogo permanente com moradores de todas as regiões da cidade, um diferencial importante para a condução das ações da Secretaria de Serviços Urbanos, responsável por áreas sensíveis como limpeza pública, manutenção urbana e serviços essenciais do dia a dia da população.

A relação de confiança e alinhamento político entre Tita e o prefeito Arnaldinho Borgo também é vista como um fator decisivo para a escolha. Nos bastidores, a avaliação é de que o ex-vereador reúne capacidade, vivência política e sensibilidade social para garantir a continuidade dos trabalhos da pasta durante o período de interinidade.

A nomeação ocorre em um momento estratégico da gestão municipal, marcado pelo aumento da demanda por serviços urbanos no fim do ano. A expectativa é de que a experiência de Tita contribua para manter o ritmo das ações e assegurar a qualidade dos serviços prestados à população vilavelhense.

Autor da lei, vereador Ademir Pontini (MDB) destaca modernização do setor e fortalecimento da economia turística do município

A Prefeitura de Vila Velha sancionou a Lei nº 7.344/2025, que estabelece as novas diretrizes da Política Municipal de Turismo. A legislação moderniza o marco regulatório do setor, reforçando planejamento, sustentabilidade e competitividade como bases para o desenvolvimento turístico, tornando a cidade pioneira na área.

O autor da proposição, Ademir Pontini afirma que a nova lei representa “um passo histórico para estruturar o turismo como motor de desenvolvimento econômico, com organização, transparência e participação social”. Segundo ele, o setor vinha crescendo, mas precisava de um arcabouço mais sólido para orientar investimentos e atrair novos empreendimentos: “Crescer só tem sentido quando estamos alinhados e organizados, o que resulta em novos investimentos nessa área tão importante para Vila Velha”.

A nova lei determina que a política turística municipal seja guiada pela preservação ambiental, valorização cultural, qualificação profissional, acessibilidade e estímulo ao turismo de base comunitária. Também reforça a necessidade de segurança ao visitante e combate à exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo.

Entre as diretrizes, estão a estruturação e diversificação da oferta turística, a promoção de Vila Velha como destino regional e nacional, criação de novos roteiros e produtos, planejamento integrado, fortalecimento do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR) e ampliação de ações de marketing e monitoramento de indicadores. Esses pontos são essenciais para fomentar todo potencial histórico e cultural do município canela verde.

Para Pontini, Vila Velha tem vocação para ser um dos grandes polos turísticos do Espírito Santo, e esta lei dá as ferramentas para transformar esse potencial em resultados concretos para a população e para a economia local, gerando emprego e renda para toda população, especialmente para as famílias que vivem da agenda turística, seja na área urbana como na área rural.

O texto também reconhece formalmente a cadeia produtiva do turismo, incluindo restaurantes, meios de hospedagem, centros de eventos, parques, agências de viagens, transporte turístico e equipamentos de lazer, fortalecendo o setor como atividade econômica estratégica.

A implementação da política será coordenada pela Secretaria Municipal de Turismo, com apoio do COMTUR, e poderá receber recursos do Fundo Municipal de Turismo, convênios e parcerias com o setor privado.

Com a nova legislação, Vila Velha se prepara para consolidar-se como destino competitivo, sustentável e capaz de atrair mais visitantes e investimentos.

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