Mirassol empata com Operário e chegará à rodada final da Série B dentro do G-4

Com emoção até o fim, o Mirassol buscou o empate por 1 a 1 diante do Operário-PR na tarde desta sexta-feira pela 37ª e penúltima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Pará abriu o placar para os paranaenses, mas Iury Castilho deixou tudo igual no fim do segundo tempo. A partida foi realizada no estádio Germano Kruger, em Ponta Grossa (PR).

O empate no final foi muito importante para o Mirassol, que alcançou 64 pontos na vice-liderança e não pode deixar a zona de acesso (G-4) nesta rodada. O time ainda tem chance de confirmar o acesso, mas precisa que Ceará ou Sport, ambos com 60, percam na rodada. Eles enfrentam América-MG e Ponte Preta, respectivamente.

Já o Operário, que tinha chances remotas de acesso, está matematicamente fora da disputa. Aparece em sétimo lugar com 57 pontos, contra 60 do Ceará, quarto colocado, que ainda joga na rodada e já tem 18 vitórias contra 16 do Operário.

Na última rodada, o Mirassol joga em casa, no José Maria de Campos Maia, em Mirassol (SP), diante da Chapecoense. O time paranaense faz seu último confronto diante do CRB no estádio Rei Pelé, em Maceió (AL).

Logo na primeira boa chegada, o Operário quase abriu o placar. Rodrigo Rodrigues ficou com rebote na entrada da área, pela direita, ajeitou e chutou colocado, mas a bola explodiu no travessão.

O Mirassol respondeu com cruzamento e chute de primeira de Delatorre, para fora, mas um impedimento foi marcado. Depois, o atacante levou perigo novamente ao cabecear por cima após cobrança de escanteio.

Mas quem abriu o placar foi mesmo o Operário. Aos 27 minutos, Rodrigo Rodrigues foi acionado na esquerda, levou para o meio e chutou forte. A bola explodiu em Alex Muralha e sobrou para Pará, que completou para o gol. No fim do primeiro tempo, o Mirassol teve um pênalti a favor, mas foi anulado após revisão do VAR, que apontou impedimento.

O Operário voltou assustando no segundo tempo com Thales Oleques, em chute de longe. Depois, em lance de falta, Willian Machado cabeceou e a bola carimbou o travessão novamente. Depois, Daniel Lima ganhou disputa na linha de fundo e tocou para trás. Nathan Fogaça finalizou, mas João Victor salvou ao fazer o corte.

Depois disso, o Mirassol conseguiu avançar mais ao ataque, mas com dificuldade em criar chances perigosas. Até que aos 41 minutos, conseguiu o gol de empate. Léo Gamalho levantou a bola na área e o goleiro Gabriel Mesquita saiu mal, trombando com Joseph. A bola sobrou para Iury Castilho na pequena área, que não desperdiçou.

Como o empate tirava qualquer chance de acesso do Operário, o time se lançou ao ataque, mas não conseguiu o gol. No último lance, o Mirassol quase virou em chute de Chico Kim, que acertou o travessão. No rebote, Iury Castilho tentou um voleio, para fora.

FICHA TÉCNICA

OPERÁRIO-PR 1 X 1 MIRASSOL

OPERÁRIO – Gabriel Mesquita; Thales Oleques, Joseph, Willian Machado e Pará (Gabriel Feliciano); Vinícius Diniz (Rodrigo Lindoso), Jacy e Boschilia (Pedro Lucas); Ronald (Nathan), Daniel (Ronaldo) e Rodrigo Rodrigues. Técnico: Rafael Guanaes.

MIRASSOL – Alex Muralha; Lucas Ramon (Alex Silva), João Victor, Luiz Otávio e Zeca (Zé Mário); Neto Moura, Gabriel (Léo Gamalho) e Danielzinho; Iury Castilho, Dellatorre (Cristian) e Fernandinho (Chico Kim). Técnico: Mozart Santos.

GOLS – Pará, aos 27 minutos do primeiro tempo. Iury Castilho, aos 41 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Joseph, Jacy e Boschilia (Operário). Iury Castilho (Mirassol).

ÁRBITRO – Savio Pereira Sampaio (DF).

RENDA – R$ 94.995,00.

PÚBLICO – 3.558 pagantes (3.751 presentes).

LOCAL – Estádio Germano Kruger, em Ponta Grossa (PR).



Foto de Redação O Fator Brasil

Redação O Fator Brasil

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Em um cenário nacional marcado por debates ideológicos acirrados e por uma crescente polarização em torno do papel das Forças Armadas e das forças de segurança, os militares têm sido, em muitos espaços institucionais, pouco defendidos ou até mesmo alvo de discursos críticos nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional. A ausência de uma defesa consistente dessas instituições, especialmente no campo político, tem ampliado a sensação de distanciamento entre os parlamentares e os profissionais responsáveis pela garantia da ordem e da soberania nacional.

Na contramão desse movimento, na Câmara Municipal de Vitória, capital do Espírito Santo, o vereador Leonardo Monjardim, que é descendente de uma família de tradição militar, consolidou-se como uma voz permanente em defesa das Forças Armadas e das Forças Auxiliares. Sua atuação vai além do discurso pontual, sendo marcada por posicionamentos frequentes, embates políticos e iniciativas legislativas voltadas ao reconhecimento histórico e à valorização da carreira militar.

Ao longo de seu mandato, Monjardim tem sustentado que a segurança pública e a defesa nacional não podem ser tratadas como pautas secundárias. Em debates no plenário, Monjardim tem enfrentado parlamentares de esquerda ao defender a atuação firme da Polícia Militar no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas, sempre ressaltando a necessidade de apoio dos poderes e da sociedade em favor dos policiais.

Além do discurso político em defesa da segurança pública, Monjardim tem transformado essa pauta em ações legislativas concretas. O vereador é autor de uma série de leis que reconhecem, valorizam e preservam a memória das instituições militares e de seus integrantes no município de Vitória.

De acordo com o vereador Monjardim, “as Forças Armadas e as Forças Auxiliares de Segurança exercem um papel indispensável na preservação da ordem, da soberania e da segurança da população, merecendo o reconhecimento institucional pelo serviço que prestam diariamente à sociedade. É lamentável que parte da sociedade, da imprensa e até de alguns órgãos públicos não compreenda a real dimensão desse valor e, muitas vezes, dirija críticas injustas a esses profissionais que dedicam suas vidas à proteção da sociedade.”

Entre as iniciativas está a criação da Comenda Duque de Caxias, em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva, patrono do Exército Brasileiro, reforçando o reconhecimento institucional aos militares que se destacam na defesa da pátria e da ordem pública. No calendário oficial da cidade, também foram instituídas datas comemorativas de entidades ligadas às Forças Armadas e Auxiliares, como a Lei 10.261/2025, que reconhece e celebra a Fundação da AORE (Associação de Oficiais R/2), a Lei 10.301/2026, que reconhece e celebra a Fundação da AVEPES (Associação de Veteranos da Pelopes), a Lei 10.284/2025, que reconhece e celebra a Fundação da Associação dos Boinas Azuis do Espírito Santo, a Lei 10.094/2024, que reconhece e celebra o Dia do Adesguiano, a Lei 9.998/2023, que reconhece e celebra o Dia do Oficial da Reserva R/2, a Lei 10.234/2025, que reconhece e celebra o Aniversário do 38º Batalhão de Infantaria, Batalhão Tibúrcio, e a Lei 10.235/2025, que reconhece e celebra a Fundação da FEB (Força Expedicionária Brasileira), a Lei 10.260/2025, que reconhece e celebra a Fundação da SABATI (Sociedade Amigos do Batalhão Tibúrcio), e a Lei 10.307/2026, que reconhece e celebra a Fundação da SOAMAR (Sociedade Amigos da Marinha).

Com uma atuação marcada pela coerência entre discurso e prática legislativa, Leonardo Monjardim consolida-se em Vitória como uma das principais referências políticas na defesa dos militares, das forças auxiliares e da valorização institucional daqueles que dedicam suas vidas à segurança pública e à soberania nacional.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) decidiu transformar o inconformismo político em gesto concreto. Desde a manhã desta segunda-feira (19), ele percorre a pé mais de 200 quilômetros pela BR-040, saindo de Paracatu, no interior de Minas Gerais, com destino a Brasília. A chegada está prevista para o próximo domingo (25), quando aliados planejam um ato público na capital federal. A iniciativa foi batizada de “caminhada pela liberdade”.

A decisão veio após o cumprimento de agenda em Minas. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Nikolas contou que desistiu de voltar para casa ao sentir que não poderia simplesmente seguir a rotina diante do que classificou como uma sequência de abusos e escândalos políticos no país. Segundo ele, há um processo de normalização de fatos graves que deveria causar indignação coletiva.

“Meu coração tem ficado inquieto há muito tempo com o que está acontecendo. O brasileiro foi colocado numa posição de impotência, quase de manipulação psicológica, em que nada mais choca”, afirmou o parlamentar, ao mencionar as condenações ligadas aos atos de 8 de janeiro e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nikolas sustenta que a sensação de impotência não atinge apenas a população, mas também parlamentares, que, segundo ele, estariam de mãos atadas diante de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Em tom crítico, o deputado direcionou ataques à Corte e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), dizendo que o país se acostumou a situações que, em outros momentos, teriam levado multidões às ruas.

A caminhada tem forte apelo simbólico. Ao justificar o gesto, Nikolas relembrou as mobilizações populares que antecederam o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, como prova de que a pressão popular pode mudar os rumos do país.

“Hoje, sobrou a nossa voz. E se Deus me deu essa voz, eu vou usá-la”, declarou.

O ato começou a atrair outros nomes da direita. Já confirmaram participação os deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e André Fernandes (PL-CE), além dos vereadores Lucas Pavanato (PL-SP), Fernando Holiday (PL-SP) e Dinho Souza (PL-ES), e do deputado estadual Lucas Polese (PL-ES). André Fernandes e Gustavo Gayer já se encontraram com Nikolas ao longo do trajeto.

Ao longo da caminhada, o deputado tem reforçado que o protesto pede a liberdade de Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão, e questiona a situação dos presos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, classificados pela Justiça como tentativa de golpe de Estado.

A mobilização ocorre poucos dias depois de Nikolas voltar ao centro do debate nacional ao divulgar vídeos sugerindo que o governo federal estaria monitorando e planejando taxar o Pix. As informações foram negadas pela Receita Federal e rebatidas publicamente pelo presidente Lula, mas tiveram ampla repercussão nas redes sociais, ampliando a base de apoio do parlamentar e aprofundando o clima de polarização no início de 2026.

Com a chegada prevista para o fim de semana, aliados esperam transformar o ato em Brasília em uma demonstração de força política da direita, marcando mais um capítulo da tensão crescente entre setores conservadores, o Judiciário e o governo federal.

m meio ao tratamento contra o câncer, pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Santa Rita, em Vitória, passam a contar com uma nova iniciativa voltada ao acolhimento, ao bem-estar e à autonomia. A Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (Afecc) abriu vagas para voluntários interessados em ministrar oficinas de artesanato na Casa Rosa, espaço mantido pela instituição para apoio a pacientes oncológicos.

A ação integra um projeto de inclusão produtiva que utiliza a arte como instrumento de cuidado durante o tratamento. As oficinas oferecem momentos de aprendizado e convivência, ajudando os pacientes a ocupar o tempo de forma positiva, reduzir o estresse e fortalecer a autoestima, frequentemente abalada pelo diagnóstico e pelos efeitos físicos e emocionais da doença.

Além do aspecto terapêutico, o projeto também busca resultados práticos. As atividades desenvolvidas nas oficinas podem se transformar em uma alternativa de geração de renda, ampliando as possibilidades de independência financeira e preservando a dignidade dos pacientes em um período marcado por limitações e desafios.

Ao atuar como voluntário, o participante contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida de pessoas em tratamento oncológico, compartilhando saberes, experiências e criando vínculos. Para a presidente da Afecc, Marilucia Dalla, o voluntariado precisa ir além da boa intenção.

“O voluntariado bem feito é aquele que gera impacto real, promove inclusão e deixa marcas positivas tanto em quem recebe quanto em quem doa”, afirma.

Os interessados em participar do projeto ou obter mais informações podem entrar em contato com a Afecc pelo telefone (27) 3334-8135.

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