Santos empata com Mirassol fora de casa e segue fora do G4 da Série B

Nesta terça-feira (25), pela 12ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, Santos e Mirassol empataram em 0 a 0. A partida foi disputada no Estádio Municipal José Maria de Campos Maia, no interior de São Paulo.

O jogo foi marcado pela alternância no domínio das duas equipes. Se por um lado o Mirassol foi impositivo e perigoso na primeira etapa, o Santos reverteu o cenário no segundo tempo e também conseguiu criar suas oportunidades de gol.

O resultado leva o Santos à quinta colocação na tabela, uma abaixo da zona de classificação à Série A. O Peixe, ainda assim, pode ser ultrapassado por Sport e Coritiba a depender dos demais resultados desta rodada. O Mirassol, por sua vez, ocupa a nona colocação.

O Santos volta a campo na próxima segunda-feira (1), quando encara a Chapecoense na Vila Belmiro. No dia seguinte, é a vez do Mirassol voltar a campo para encarar o Novorizontino fora de casa.

Desafio longe da Vila

A “Viladependência” é um problema real vivido pelo Santos nesta Série B. Das cinco derrotas nesta competição, todas foram fora da tradicional casa santista, onde a equipe possui aproveitamento antagônico.

Jogando na Vila Belmiro, o Santos tem 100% de aproveitamento no campeonato. Até por isso, o desafio diante do Mirassol colocou à prova a capacidade da equipe de Fábio Carille de impor seu futebol como visitante.

Brazão se destaca

Em um Santos pouco produtivo, o goleiro Gabriel Brazão despontou como principal destaque da equipe. No primeiro tempo da partida, foram ao menos duas intervenções importantes que impediram gols da equipe do Mirassol.

Na primeira delas, em falta cobrada por Negueba, o jovem goleiro santista defendeu chute por cima da barreira, no ângulo. Em outra, Isaque bateu de chapa com firmeza, e Gabriel Brazão faz uma defesa dificílima, no canto, para manter o empate no marcador.

Correção de rota

Em meio à péssima atuação do Santos na primeira etapa, Fábio Carille não perdeu tempo e promoveu três alterações logo no intervalo da partida. Na defesa, Rodrigo Ferreira entrou na vaga de JP Chermont, que sofreu para acompanhar as investidas de Fernandinho.

Mais à frente, Carille também mexeu no tabuleiro. Otero e Patrick entraram nas vagas de Pedrinho e Guilherme para remontar a proposta ofensiva da equipe.

Trabalha a trave

Melhor com as mexidas de Carille, o Santos conseguiu criar oportunidades no decorrer da segunda etapa. A principal delas veio com o centroavante Julio Furch, de cabeça, que fez trabalhar o travessão defendido por Alex Muralha.

No lance, Otero acionou Diego Pituca na entrada da área. O volante santista mirou cruzamento na segunda etapa e encontrou Julio Furch, livre, que subiu de cabeça e acertou o travessão.

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Redação O Fator Brasil

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A arrecadação federal alcançou o maior valor da história para o mês de janeiro sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dados divulgados nesta terça-feira, 24, pela Receita Federal apontam que o recolhimento de impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 325,8 bilhões no primeiro mês do ano.

O montante representa aumento real de 3,56% em relação a janeiro do ano passado, quando a arrecadação atingiu R$ 314,54 bilhões, já corrigidos pela inflação. Segundo o órgão, trata-se do maior valor já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995, consolidando um recorde absoluto em termos nominais e reais ao longo de 32 anos.

O resultado ocorre em meio ao reforço das receitas federais e à adoção de novas medidas tributárias pelo Executivo.

No mesmo dia da divulgação dos dados, ganhou destaque a decisão do governo de elevar o Imposto de Importação para 1.252 produtos dos setores de máquinas, equipamentos e tecnologia, incluindo computadores e smartphones. A medida foi aprovada pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior e entra em vigor em março.

As novas alíquotas variam entre 7,2% e 25%, com faixas intermediárias de 10%, 12,6%, 15% e 20%. O governo sustenta que a recomposição tarifária busca proteger a indústria nacional.

A Associação Brasileira dos Importadores, por sua vez, avalia que a elevação pode impactar preços e custos de produção. A entidade citou como exemplo o aumento da alíquota de smartphones, que passou de 16% para 20% em fevereiro de 2026.

Segundo a associação, parte relevante dos produtos atingidos corresponde a bens intermediários e componentes utilizados na indústria nacional, o que pode pressionar cadeias produtivas integradas e afetar o planejamento industrial, especialmente em setores dependentes de insumos importados.

Uma enquete realizada no último dia 15 no Instagram avaliou o primeiro ano de gestão do prefeito Weverson Meireles à frente da Prefeitura da Serra. O resultado aponta aumento na percepção negativa em comparação com o levantamento feito aos seis meses de mandato.

Na enquete mais recente, 62% dos participantes classificaram a gestão como “Ruim”. Outros 19% avaliaram como “Regular” e 19% como “Bom”. Ao todo, foram registrados 1.507 votos para “Ruim”, 451 para “Regular” e 443 para “Bom”. A votação ficou disponível por 24 horas.

Comparação com os seis meses

Em julho do ano passado, quando o prefeito completou seis meses no cargo, já havia sido feita a mesma pergunta. Na ocasião, 59% avaliaram como “Ruim”, 23% como “Regular” e 18% como “Bom”.

Na comparação entre os dois períodos, a avaliação negativa subiu de 59% para 62%. A avaliação “Regular” caiu de 23% para 19%. Já a avaliação “Bom” passou de 18% para 19%, oscilação considerada estável.

Contexto do primeiro ano

Weverson Meireles assumiu o comando do município em janeiro de 2025, com apoio do então prefeito Sérgio Vidigal, ambos do Partido Democrático Trabalhista. Desde o início da gestão, a administração tem sido alvo de críticas relacionadas a decisões administrativas e temas de impacto direto na população.

A enquete foi feita pelo instagram do Portal Serra Noticiários e não possui caráter científico, mas funciona como indicativo da percepção dos participantes sobre a condução do município.

O ex-presidente Jair Bolsonaro definiu os nomes que pretende apoiar para o Senado pelo Distrito Federal nas eleições de 2026. A escolha recaiu sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis, ambas filiadas ao Partido Liberal.

A informação foi divulgada inicialmente pelo deputado federal Ubiratan Sanderson, após visita a Bolsonaro no sábado, e confirmada por Bia Kicis ao Metrópoles na segunda-feira, 23.

A estratégia do grupo prevê apoio à vice-governadora Celina Leão, do Progressistas, como candidata ao governo do Distrito Federal. No mesmo campo político, o atual governador Ibaneis Rocha, do Movimento Democrático Brasileiro, mantém pré-candidatura ao Senado.

Ibaneis afirmou que continuará trabalhando para a construção de um único palanque de centro-direita no DF. Segundo ele, o objetivo é evitar divisão no campo conservador. O governador declarou compreender a fidelidade da família Bolsonaro a Bia Kicis, a quem classificou como uma das principais defensoras do grupo político.

O desenho eleitoral no Distrito Federal antecipa uma disputa intensa dentro do próprio espectro da direita, com articulações em curso para definir alianças e consolidar candidaturas até 2026.

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