PS5 Pro? Sony pode ter mostrado o design sem querer

Uma imagem divulgada pela Sony durante as comemorações dos 30 anos da marca PlayStation pode ter revelado o design do PS5 Pro. A publicação de um blog oficial na última quinta-feira (5) incluía uma imagem comemorativa cheia de ilustrações relacionadas ao universo do PlayStation. Observadores atentos notaram um design suspeito do PS5 que coincide com um vazamento recente do modelo Pro.

Na semana anterior, o site Dealabs havia relatado que viu embalagens do PS5 Pro e criou um esboço que mostrava três listras pretas no centro das fachadas do console. Essas mesmas três listras são claramente visíveis na imagem divulgada pela Sony, em um design que lembra as famosas listras da Adidas, diferente do modelo atual do PS5, que possui apenas uma faixa no centro.

Ilustração do design final do PS5 Pro (Imagem / Desenho: Dealabs)

Comparação entre PS5 e PS5 Pro

  • O modelo do PS5 padrão também aparece na imagem comemorativa, com uma única faixa central, evidenciando ainda mais a diferença entre as versões.
  • O vazamento de Dealabs indicava a possibilidade de um anúncio oficial do PS5 Pro na primeira metade de setembro.
  • No entanto, a forma como foi revelado, através de uma imagem teaser, surpreendeu muitos.
  • A conta oficial do PlayStation no Instagram chegou a postar a imagem com a legenda “Seu primeiro olhar 👀”, sugerindo que algo grande está a caminho.
imagem comemorativa dos 30 anos da marca PlayStation
Postagem do Instagram da Sony. Logo acima do número “30”, é possível ver uma ilustração do que parece ser o futuro PS5 Pro. (Imagem: Sony via The Verge)

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Quando o PS5 Pro será lançado?

A Sony anunciou o evento “PlayStation 5 Technical Presentation” para amanhã, 10 de setembro, que deve revelar oficialmente o PS5 Pro. A apresentação, conduzida por Mark Cerny, Arquiteto Líder do PS5, terá duração de 9 minutos e se concentrará “nas inovações tecnológicas do console”.

Embora a data exata de lançamento do PS5 Pro ainda não tenha sido confirmada, a transmissão de amanhã é amplamente esperada para fornecer detalhes cruciais sobre o novo console. A revelação pode esclarecer o cronograma de lançamento e oferecer uma visão mais detalhada das novas funcionalidades e melhorias que o PS5 Pro trará para os gamers.

Preço esperado para o PS5 Pro

Analistas especulam que o PS5 Pro será significativamente mais caro que o modelo atual. Jeff Grubb, conhecido insider da indústria de jogos, sugeriu que o PS5 Pro poderia custar cerca de US$ 600, um aumento de US$ 100 em relação ao PS5 Slim, devido ao salto de especificações.

No Reino Unido, o aumento de preço pode ser semelhante, com projeções de que o PS5 Pro custará cerca de £579. O PS5 Pro promete ser uma máquina consideravelmente mais potente, o que justifica a expectativa de um preço mais elevado, diferente do PS4 Pro, que tinha o mesmo valor do PS4 na época de lançamento.

Suporte a novos jogos

Rumores sobre o PS5 Pro circulam há meses, com informações de que desenvolvedores já estão preparando seus jogos para o novo console.

Segundo o The Verge, uma fonte familiarizada com os planos da Sony afirmou que todos os jogos lançados a partir de 16 de setembro precisarão oferecer suporte ao PS5 Pro, o que indica que o anúncio oficial está muito próximo.


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Redação O Fator Brasil

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, para tratar da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a parlamentar, o encontro está agendado para a próxima segunda-feira (19).

A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), após a transferência de Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, mais especificamente para a unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Para Damares, a situação do ex-presidente configura uma violação de direitos fundamentais.

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, afirmou a senadora. Ela sustenta que a detenção desconsidera as condições de saúde do ex-chefe do Executivo.


A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, para tratar da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a parlamentar, o encontro está agendado para a próxima segunda-feira (19).

A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), após a transferência de Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, mais especificamente para a unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Para Damares, a situação do ex-presidente configura uma violação de direitos fundamentais.

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, afirmou a senadora. Ela sustenta que a detenção desconsidera as condições de saúde do ex-chefe do Executivo.

Aliados políticos e a defesa de Bolsonaro têm reforçado o pedido de prisão domiciliar, alegando que ele enfrenta um quadro de saúde delicado. Damares destacou que o ex-presidente é idoso, passou por diversos procedimentos médicos nos últimos anos e necessita de acompanhamento constante.

“Bolsonaro é um idoso com a saúde extremamente debilitada, um homem que precisa de assistência 24 horas por dia”, argumentou.

A senadora afirmou ainda que levará o caso a organismos internacionais como forma de pressionar por uma reavaliação das condições de custódia e do regime de prisão imposto ao ex-presidente.

Com a aproximação das eleições de 2026, o desempenho da bancada federal do Espírito Santo volta ao centro do debate político. O ano marca o encerramento do atual mandato dos deputados eleitos em 2022, e um levantamento feito por revela diferenças significativas na atuação parlamentar dos representantes capixabas na Câmara dos Deputados ao longo da legislatura iniciada em 2023.

A atividade de um deputado federal envolve participação em sessões plenárias, reuniões de comissões, apresentação de projetos de lei, requerimentos, emendas e atuação política em temas de interesse da população. Dentro desse conjunto de atribuições, o uso da tribuna é um dos principais instrumentos para defender posições, propor debates e registrar posicionamentos oficiais.

Nesse quesito, o desempenho do deputado Amaro Neto (Republicanos) chama atenção negativamente. Comunicador profissional e ex-apresentador de televisão, Amaro não realizou nenhum discurso em plenário, na ordem do dia, ao longo dos três anos de mandato analisados. O dado contrasta com a expectativa em torno de um parlamentar conhecido pela atuação na mídia e pela retórica direta.

No extremo oposto está o deputado Helder Salomão (PT), que lidera o ranking de discursos entre os capixabas. Foram 250 participações em plenário, mais da metade concentradas apenas em 2025, período marcado por debates intensos no Congresso Nacional sobre temas econômicos, sociais e institucionais. A frequência reforça o perfil combativo e ideológico do parlamentar, alinhado às pautas defendidas pelo partido.

Logo atrás aparece Gilson Daniel (Podemos), que somou 246 discursos no plenário ao longo da legislatura. O deputado se destacou pela presença constante nos debates e pela atuação em temas ligados à gestão pública, municipalismo e desenvolvimento regional, mantendo ritmo semelhante ao de Helder Salomão.

O levantamento evidencia que, embora todos os parlamentares cumpram formalmente suas funções legislativas, há diferenças expressivas na forma como cada um ocupa o espaço político e institucional da Câmara. Enquanto alguns apostam no embate discursivo e na visibilidade do plenário, outros adotam uma atuação mais discreta, concentrada em bastidores, comissões ou articulações específicas.

Com o calendário eleitoral se aproximando, esses números tendem a ganhar peso no julgamento do eleitorado capixaba. A avaliação sobre presença, protagonismo e engajamento no debate nacional pode se tornar um fator decisivo para a renovação ou manutenção dos mandatos em 2026.

O senador Flávio Bolsonaro (foto), afirmou nesta quinta-feira (15) que não pretende cobrar apoio público ou engajamento imediato de aliados à sua pré-candidatura à Presidência da República. As declarações foram dadas após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Segundo Flávio, o ritmo de adesão dos aliados deve ser respeitado e não haverá pressão interna por manifestações mais enfáticas neste momento do processo eleitoral.

“Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. Se eles têm que estar mais efusivamente ou menos efusivamente na campanha. As pessoas têm o tempo delas, e eu não vou ficar cobrando ninguém”, disse o senador.


O senador Flávio Bolsonaro (foto), afirmou nesta quinta-feira (15) que não pretende cobrar apoio público ou engajamento imediato de aliados à sua pré-candidatura à Presidência da República. As declarações foram dadas após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Segundo Flávio, o ritmo de adesão dos aliados deve ser respeitado e não haverá pressão interna por manifestações mais enfáticas neste momento do processo eleitoral.

“Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. Se eles têm que estar mais efusivamente ou menos efusivamente na campanha. As pessoas têm o tempo delas, e eu não vou ficar cobrando ninguém, disse o senador.

Apesar do tom conciliador, Flávio foi categórico ao afirmar que sua pré-candidatura está consolidada e não admite recuos. De acordo com ele, a indicação partiu diretamente do ex-presidente Jair Bolsonaro e não há espaço para alternativas dentro do grupo político.

“Tem uma situação concreta que está colocada: sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. E não vai ter outra possibilidade. A minha pré-candidatura é uma coisa que não tem volta, declarou.

O senador também negou a existência de divisão ou racha no campo da direita, tese que tem sido levantada diante de movimentações de outras lideranças com pretensões eleitorais para 2026. Para Flávio, as divergências internas não configuram ruptura e o foco deve permanecer no enfrentamento ao atual governo federal.

“Não tem racha nenhum. Nosso adversário não está dentro da direita. Nosso adversário está na esquerda, está nesse atual governo”, afirmou.

As declarações ocorrem em meio à reorganização do campo conservador para as eleições presidenciais de 2026, com Jair Bolsonaro mantendo influência direta nas articulações políticas, mesmo fora do cenário eleitoral direto. As informações foram divulgadas pelo site Poder360.

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