prováveis escalações, retrospecto, onde assistir e palpites

Al-Nassr e Al-Hilal se enfrentam pelo título da Supercopa Saudita neste sábado (17), às 13:15 (de Brasília), em Abha. Cristiano Ronaldo deve jogar a decisão.

17 ago
2024
– 09h28

(atualizado às 10h04)




Al-Nassr e Al-Hilal se enfrentam neste sábado (17) na final da Supercopa Saudita. (

Foto: ENM / Esporte News Mundo

Em início de temporada, Al-Nassr e Al-Hilal jogarão a final da Supercopa Saudita neste sábado (17), às 13:15 (de Brasília). A competição marca a volta do futebol saudita e contará com as duas melhores equipes do país disputando o título. Este será o segundo jogo oficial dos clubes na temporada.

COMO CHEGA O AL-NASSR:

“Os Cavaleiros de Riade” chegam à final após derrotar o Al-Taawon por 2 a 0, com gols de Ayman Yahya e Cristiano Ronaldo. O Al-Nassr conquistou uma vaga na Supercopa ao figurar na segunda colocação tanto no Campeonato Saudita quanto na Copa do Rei da Árabia Saudita.

COMO CHEGA O AL-HILAL

O Al-Hilal buscou a classificação nos pênaltis (4-1) após empate no tempo normal em 1 a 1 contra o Al-Ahli. Roberto Firmino abriu o placar e Aleksandar Mitrović empatou aos 90. Milinković-Savić, após duas cobranças perdidas do Al-Ahli, converteu o pênalti decisivo para levar sua equipe à final. O Al-Hilal se classificou para a Supercopa ao vencer ambas as competições nacionais na última temporada.

RETROSPECTO

Considerado por muitos como o maior clássico da Arábia Saudita, Al-Hilal e Al-Nassr protagonizaram grandes jogos recentemente. Nos últimos 5 confrontos, foram 2 vitórias do Al-Hilal, 1 vitória do Al-Nassr e dois empates, sendo um desses empates a conquista da Copa do Rei Saudita pelo Al-Hilal nos pênaltis. No histórico geral, a equipe de Neymar leva grande vantagem. São 49 jogos, 26 vitórias do Al-Hilal, 12 vitórias do Al-Nassr e 11 empates.

FICHA TÉCNICA

Al-Nassr x Al-Hilal – Supercopa Saudita – Final

Local: Prince Sultan bin Abdul Aziz Stadium – Abha, Arábia Saudita

Data e horário: 17/08/2024 (sábado), às 13:15 (horário de Brasília)

Transmissão: Canal Goat (YouTube), Bandsports (TV Paga), Canal Esporte na Band (YouTube) e Bandplay (app)

PROVÁVEIS ESCALAÇÕES

Al-Nassr: Bento, Al-Ghanam, Ali Lajami, Laporte, Alex Telles, Mukhtar Ali, Al Khaibari, Otávio, Sadio Mané, Ayman Yahya e Cristiano Ronaldo. | Técnico: Luís Castro

Al-Hilal: Bono, Al-Yami, Al-Tambakti, K. Al-Dawsari, Renan Lodi, N. Al-Dawsari, Rúben Neves, Milinković-Savić, S. Al-Dawsari, Michael e Aleksandar Mitrović. | Técnico: Jorge Jesus

PALPITE:

Eduardo Hardman – Setorista de Futebol Internacional:

O Al-Hilal chega forte para o confronto após a temporada mágica de 23/24, com os comandados de Jorge Jesus batendo o recorde de vitórias consecutivas (34) da história do futebol mundial. Do outro lado, entretanto, está Cristiano Ronaldo, que busca seu segundo título oficial com a camisa do Al-Nassr. A expectativa é de jogo movimentado, com ambos os times querendo muito o título, e sem medo de ir ao ataque.

Al Nassr 1 x 2 Al-Hilal

Foto de Redação O Fator Brasil

Redação O Fator Brasil

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, para tratar da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a parlamentar, o encontro está agendado para a próxima segunda-feira (19).

A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), após a transferência de Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, mais especificamente para a unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Para Damares, a situação do ex-presidente configura uma violação de direitos fundamentais.

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, afirmou a senadora. Ela sustenta que a detenção desconsidera as condições de saúde do ex-chefe do Executivo.


A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, para tratar da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a parlamentar, o encontro está agendado para a próxima segunda-feira (19).

A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), após a transferência de Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, mais especificamente para a unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Para Damares, a situação do ex-presidente configura uma violação de direitos fundamentais.

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, afirmou a senadora. Ela sustenta que a detenção desconsidera as condições de saúde do ex-chefe do Executivo.

Aliados políticos e a defesa de Bolsonaro têm reforçado o pedido de prisão domiciliar, alegando que ele enfrenta um quadro de saúde delicado. Damares destacou que o ex-presidente é idoso, passou por diversos procedimentos médicos nos últimos anos e necessita de acompanhamento constante.

“Bolsonaro é um idoso com a saúde extremamente debilitada, um homem que precisa de assistência 24 horas por dia”, argumentou.

A senadora afirmou ainda que levará o caso a organismos internacionais como forma de pressionar por uma reavaliação das condições de custódia e do regime de prisão imposto ao ex-presidente.

Com a aproximação das eleições de 2026, o desempenho da bancada federal do Espírito Santo volta ao centro do debate político. O ano marca o encerramento do atual mandato dos deputados eleitos em 2022, e um levantamento feito por revela diferenças significativas na atuação parlamentar dos representantes capixabas na Câmara dos Deputados ao longo da legislatura iniciada em 2023.

A atividade de um deputado federal envolve participação em sessões plenárias, reuniões de comissões, apresentação de projetos de lei, requerimentos, emendas e atuação política em temas de interesse da população. Dentro desse conjunto de atribuições, o uso da tribuna é um dos principais instrumentos para defender posições, propor debates e registrar posicionamentos oficiais.

Nesse quesito, o desempenho do deputado Amaro Neto (Republicanos) chama atenção negativamente. Comunicador profissional e ex-apresentador de televisão, Amaro não realizou nenhum discurso em plenário, na ordem do dia, ao longo dos três anos de mandato analisados. O dado contrasta com a expectativa em torno de um parlamentar conhecido pela atuação na mídia e pela retórica direta.

No extremo oposto está o deputado Helder Salomão (PT), que lidera o ranking de discursos entre os capixabas. Foram 250 participações em plenário, mais da metade concentradas apenas em 2025, período marcado por debates intensos no Congresso Nacional sobre temas econômicos, sociais e institucionais. A frequência reforça o perfil combativo e ideológico do parlamentar, alinhado às pautas defendidas pelo partido.

Logo atrás aparece Gilson Daniel (Podemos), que somou 246 discursos no plenário ao longo da legislatura. O deputado se destacou pela presença constante nos debates e pela atuação em temas ligados à gestão pública, municipalismo e desenvolvimento regional, mantendo ritmo semelhante ao de Helder Salomão.

O levantamento evidencia que, embora todos os parlamentares cumpram formalmente suas funções legislativas, há diferenças expressivas na forma como cada um ocupa o espaço político e institucional da Câmara. Enquanto alguns apostam no embate discursivo e na visibilidade do plenário, outros adotam uma atuação mais discreta, concentrada em bastidores, comissões ou articulações específicas.

Com o calendário eleitoral se aproximando, esses números tendem a ganhar peso no julgamento do eleitorado capixaba. A avaliação sobre presença, protagonismo e engajamento no debate nacional pode se tornar um fator decisivo para a renovação ou manutenção dos mandatos em 2026.

O senador Flávio Bolsonaro (foto), afirmou nesta quinta-feira (15) que não pretende cobrar apoio público ou engajamento imediato de aliados à sua pré-candidatura à Presidência da República. As declarações foram dadas após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Segundo Flávio, o ritmo de adesão dos aliados deve ser respeitado e não haverá pressão interna por manifestações mais enfáticas neste momento do processo eleitoral.

“Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. Se eles têm que estar mais efusivamente ou menos efusivamente na campanha. As pessoas têm o tempo delas, e eu não vou ficar cobrando ninguém”, disse o senador.


O senador Flávio Bolsonaro (foto), afirmou nesta quinta-feira (15) que não pretende cobrar apoio público ou engajamento imediato de aliados à sua pré-candidatura à Presidência da República. As declarações foram dadas após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Segundo Flávio, o ritmo de adesão dos aliados deve ser respeitado e não haverá pressão interna por manifestações mais enfáticas neste momento do processo eleitoral.

“Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. Se eles têm que estar mais efusivamente ou menos efusivamente na campanha. As pessoas têm o tempo delas, e eu não vou ficar cobrando ninguém, disse o senador.

Apesar do tom conciliador, Flávio foi categórico ao afirmar que sua pré-candidatura está consolidada e não admite recuos. De acordo com ele, a indicação partiu diretamente do ex-presidente Jair Bolsonaro e não há espaço para alternativas dentro do grupo político.

“Tem uma situação concreta que está colocada: sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. E não vai ter outra possibilidade. A minha pré-candidatura é uma coisa que não tem volta, declarou.

O senador também negou a existência de divisão ou racha no campo da direita, tese que tem sido levantada diante de movimentações de outras lideranças com pretensões eleitorais para 2026. Para Flávio, as divergências internas não configuram ruptura e o foco deve permanecer no enfrentamento ao atual governo federal.

“Não tem racha nenhum. Nosso adversário não está dentro da direita. Nosso adversário está na esquerda, está nesse atual governo”, afirmou.

As declarações ocorrem em meio à reorganização do campo conservador para as eleições presidenciais de 2026, com Jair Bolsonaro mantendo influência direta nas articulações políticas, mesmo fora do cenário eleitoral direto. As informações foram divulgadas pelo site Poder360.

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