Ibatiba: Dr. Luis Pancoti lidera corrida eleitoral com vantagem de 12 pontos percentuais revela pesquisa

O estudo avaliou as intenções de voto espontânea e estimulada, além de medir a rejeição dos candidatos, a consolidação dos votos e a avaliação da gestão do atual prefeito 

A recente pesquisa eleitoral registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código ES-05837/2024 para as eleições municipais de Ibatiba, no Espírito Santo, revelou o cenário atual para a disputa pela Prefeitura. O levantamento foi realizado pela empresa X1 NewsData LTDA, responsável pelo Jornal Opinião ES, e contou com 377 entrevistas, realizadas no dia 11 de setembro de 2024.

As frentes que disputam as eleições são lideradas, de um lado, pela coligação formada por PL, NOVO, PP, PODE, DC e PSD, que apoia o candidato Dr. Luis Pancoti, e, do outro, pela coligação composta por MDB, MOBILIZA, REPUBLICANOS, PRD, UNIÃO, a Federação PSDB-CIDADANIA e SOLIDARIEDADE, que apoia a candidata Dra. Criziane Moreno.

Luis conta com Ezequias Mariano (PL) como vice em sua chapa, enquanto Criziane é acompanhada por Edivaldo da Agrotterra (Republicanos) como seu candidato a vice.

ESPONTÂNEA 

Na modalidade espontânea, onde os eleitores citam seus candidatos sem estímulo, Dr. Luis Pancoti (PL) aparece na frente com 31,77% das intenções de voto. Dra. Criziane Moreno (MDB), apoiada pelo prefeito Luciano Pingo (MDB), vem logo em seguida, com 22,79%. Cerca de 45,44% dos entrevistados se declararam indecisos ou preferiram não responder.

ESTIMULADA 

No cenário estimulado, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, Pancoti amplia sua liderança, alcançando 41,98% das intenções de voto, enquanto Criziane tem 29,52%. Uma parcela de 23,41% ainda se mostrou indecisa ou preferiu não responder. Votos brancos ou nulos somaram 1,53%, enquanto 3,56% afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados.

REJEIÇÃO

A pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos. Dra. Criziane tem a maior taxa de rejeição, com 22,65% dos eleitores afirmando que não votariam nela de jeito nenhum. Pancoti aparece com 13,99% de rejeição. Um terço dos eleitores, 33,59%, disse não rejeitar nenhum dos candidatos, e 6,61% rejeitaram todos os nomes. Outros 23,16% preferiram não opinar sobre a questão.

AVALIAÇÃO DE GESTÃO

Dos entrevistados, 43,25% demonstraram uma visão positiva da administração do prefeito Luciano Pingo. Destes, 12,21% consideraram a gestão “muito boa”, enquanto 31,04% a avaliaram como “boa”. Por outro lado, 32,57% dos eleitores classificaram a administração como “regular”, refletindo uma postura mais moderada e sem grandes entusiasmos.

A desaprovação da gestão de Pingo foi baixa: 8,40% dos eleitores consideraram o governo “ruim”, e 9,16% o classificaram como “muito ruim”, somando um total de 17,56% de insatisfação entre os participantes da pesquisa. Um pequeno grupo de 6,62% afirmou não saber ou preferiu não responder.

CONSOLIDAÇÃO DA INTENÇÃO DE VOTOS

Além da avaliação de governo, a pesquisa buscou entender o grau de convicção dos eleitores em relação ao voto para prefeito nas próximas eleições. A maioria, 62,60%, declarou que já tomou sua decisão e não pretende mudar até o dia da votação. No entanto, 25,45% dos entrevistados afirmaram que ainda podem mudar de opinião. Outros 11,95% se mostraram indecisos ou preferiram não opinar sobre o assunto.

DADOS

A amostra da pesquisa foi calculada com um nível de confiança de 95% e uma margem de erro de 5%, tomando como base o número total de eleitores de Ibatiba, que é de 19.498. Assim, a amostra final foi composta de 377 eleitores.

A pesquisa, registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi conduzida sob a responsabilidade do estatístico Gabriel Antônio Torres Pinto, inscrito no CONRE sob o número 8198.

Os dados são coletados em dispositivos eletrônicos, como tablets, e cada entrevista é finalizada com a captura do georreferenciamento do local de aplicação. Além disso, durante e após o trabalho de campo, realiza-se uma auditoria rigorosa. Esse processo inclui a verificação de áudio de uma amostra de 10% dos questionários, bem como a confirmação das respostas por meio de ligações telefônicas para os números fornecidos nos formulários. Em caso de qualquer inconsistência, o questionário é descartado. Todo o trabalho de campo é supervisionado por um profissional qualificado, responsável pelo sistema de controle, verificação interna e rechecagem das cotas estabelecidas.

X1 e o jornal Opinião ES são autoridades em pesquisa eleitoral

A empresa X1 vem conduzindo uma série de pesquisas eleitorais na região, financiadas com recursos próprios. Mais de 10 municípios já foram contemplados, onde o jornal Opinião ES, integrante do grupo empresarial, revela as intenções de voto, consolidando sua posição como uma autoridade no assunto e trazendo uma dinâmica precisa e confiável sobre o cenário eleitoral.

Foto de Redação O Fator Brasil

Redação O Fator Brasil

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, para tratar da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a parlamentar, o encontro está agendado para a próxima segunda-feira (19).

A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), após a transferência de Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, mais especificamente para a unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Para Damares, a situação do ex-presidente configura uma violação de direitos fundamentais.

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, afirmou a senadora. Ela sustenta que a detenção desconsidera as condições de saúde do ex-chefe do Executivo.


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Aliados políticos e a defesa de Bolsonaro têm reforçado o pedido de prisão domiciliar, alegando que ele enfrenta um quadro de saúde delicado. Damares destacou que o ex-presidente é idoso, passou por diversos procedimentos médicos nos últimos anos e necessita de acompanhamento constante.

“Bolsonaro é um idoso com a saúde extremamente debilitada, um homem que precisa de assistência 24 horas por dia”, argumentou.

A senadora afirmou ainda que levará o caso a organismos internacionais como forma de pressionar por uma reavaliação das condições de custódia e do regime de prisão imposto ao ex-presidente.

Com a aproximação das eleições de 2026, o desempenho da bancada federal do Espírito Santo volta ao centro do debate político. O ano marca o encerramento do atual mandato dos deputados eleitos em 2022, e um levantamento feito por revela diferenças significativas na atuação parlamentar dos representantes capixabas na Câmara dos Deputados ao longo da legislatura iniciada em 2023.

A atividade de um deputado federal envolve participação em sessões plenárias, reuniões de comissões, apresentação de projetos de lei, requerimentos, emendas e atuação política em temas de interesse da população. Dentro desse conjunto de atribuições, o uso da tribuna é um dos principais instrumentos para defender posições, propor debates e registrar posicionamentos oficiais.

Nesse quesito, o desempenho do deputado Amaro Neto (Republicanos) chama atenção negativamente. Comunicador profissional e ex-apresentador de televisão, Amaro não realizou nenhum discurso em plenário, na ordem do dia, ao longo dos três anos de mandato analisados. O dado contrasta com a expectativa em torno de um parlamentar conhecido pela atuação na mídia e pela retórica direta.

No extremo oposto está o deputado Helder Salomão (PT), que lidera o ranking de discursos entre os capixabas. Foram 250 participações em plenário, mais da metade concentradas apenas em 2025, período marcado por debates intensos no Congresso Nacional sobre temas econômicos, sociais e institucionais. A frequência reforça o perfil combativo e ideológico do parlamentar, alinhado às pautas defendidas pelo partido.

Logo atrás aparece Gilson Daniel (Podemos), que somou 246 discursos no plenário ao longo da legislatura. O deputado se destacou pela presença constante nos debates e pela atuação em temas ligados à gestão pública, municipalismo e desenvolvimento regional, mantendo ritmo semelhante ao de Helder Salomão.

O levantamento evidencia que, embora todos os parlamentares cumpram formalmente suas funções legislativas, há diferenças expressivas na forma como cada um ocupa o espaço político e institucional da Câmara. Enquanto alguns apostam no embate discursivo e na visibilidade do plenário, outros adotam uma atuação mais discreta, concentrada em bastidores, comissões ou articulações específicas.

Com o calendário eleitoral se aproximando, esses números tendem a ganhar peso no julgamento do eleitorado capixaba. A avaliação sobre presença, protagonismo e engajamento no debate nacional pode se tornar um fator decisivo para a renovação ou manutenção dos mandatos em 2026.

O senador Flávio Bolsonaro (foto), afirmou nesta quinta-feira (15) que não pretende cobrar apoio público ou engajamento imediato de aliados à sua pré-candidatura à Presidência da República. As declarações foram dadas após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Segundo Flávio, o ritmo de adesão dos aliados deve ser respeitado e não haverá pressão interna por manifestações mais enfáticas neste momento do processo eleitoral.

“Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. Se eles têm que estar mais efusivamente ou menos efusivamente na campanha. As pessoas têm o tempo delas, e eu não vou ficar cobrando ninguém”, disse o senador.


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Apesar do tom conciliador, Flávio foi categórico ao afirmar que sua pré-candidatura está consolidada e não admite recuos. De acordo com ele, a indicação partiu diretamente do ex-presidente Jair Bolsonaro e não há espaço para alternativas dentro do grupo político.

“Tem uma situação concreta que está colocada: sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. E não vai ter outra possibilidade. A minha pré-candidatura é uma coisa que não tem volta, declarou.

O senador também negou a existência de divisão ou racha no campo da direita, tese que tem sido levantada diante de movimentações de outras lideranças com pretensões eleitorais para 2026. Para Flávio, as divergências internas não configuram ruptura e o foco deve permanecer no enfrentamento ao atual governo federal.

“Não tem racha nenhum. Nosso adversário não está dentro da direita. Nosso adversário está na esquerda, está nesse atual governo”, afirmou.

As declarações ocorrem em meio à reorganização do campo conservador para as eleições presidenciais de 2026, com Jair Bolsonaro mantendo influência direta nas articulações políticas, mesmo fora do cenário eleitoral direto. As informações foram divulgadas pelo site Poder360.

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