Aniversário ‘amargo’ de Guardiola indica reviravolta do City na Premier League

Pep Guardiola comemora o aniversário de 54 anos neste sábado (18). É claro que o técnico espanhol gostaria de celebrar a data em posição mais confortável na tabela – o Manchester City amarga a sexta colocação na Premier League 2024/25 -, porém ele tem a chance de virar a situação da sua equipe a partir da segunda parte da temporada outra vez. Apesar de ser hexacampeão inglês, o ex-Barcelona só passou dois aniversários na liderança desde que chegou à Terra da Rainha.

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Sob comando de Pep, os Cityzens lideravam a Premier League no dia 18 de janeiro em 2018 e 2022, e com margem considerável em relação ao segundo colocado, o Liverpool. Nas duas ocasiões, a equipe de Guardiola confirmou o título. No entanto, este é o sétimo aniversário que Guardiola passará fora do topo do Campeonato Inglês. Sem tantos motivos para celebrar, o espanhol precisa pensar em soluções para reverter uma situação preocupante.

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Na tabela de momento, o Manchester City está 12 pontos atrás do líder Liverpool. O técnico catalão nunca reverteu uma situação tão complicada. A maior distância tirada para faturar o título a partir do dia 18 de janeiro foi a de oito pontos para o Arsenal em 2023. No entanto, mesmo que não busque o troféu, Guardiola pode se valer do histórico positivo na segunda parte da temporada para garantir ao menos uma vaga na próxima edição da Champions League. Afinal, seus comandados nunca terminaram o ano em situação pior do que se encontravam no aniversário de Pep.

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A pontuação do dia 18 de janeiro deste ano é a pior do City na Era Guardiola. Em 2021, quando foi campeão, o time tinha os mesmos 35 pontos. Porém, só havia disputado 17 jogos, enquanto na atual temporada entrou em campo 21 vezes antes deste sábado.

Situação de Guardiola nos aniversários em solo inglês

18 de janeiro de 2017: 5º colocado, com 42 pontos (foi terceiro colocado com 78 pontos)
18 de janeiro de 2018: 1º colocado, com 62 pontos (foi campeão com 100 pontos) 🏆
18 de janeiro de 2019: 2º colocado, com 53 pontos (foi campeão com 98 pontos) 🏆
18 de janeiro de 2020: 2º colocado, com 48 pontos (foi vice-campeão com 81 pontos)
18 de janeiro de 2021: 2º colocado, com 35 pontos (foi campeão com 86 pontos) 🏆
18 de janeiro de 2022: 1º colocado, com 56 pontos (foi campeão com 93 pontos) 🏆
18 de janeiro de 2023: 2º colocado, com 39 pontos (foi campeão com 89 pontos) 🏆
18 de janeiro de 2024: 2º colocado, com 43 pontos (foi campeão com 91 pontos) 🏆
18 de janeiro de 2025: 6º colocado, com 35 pontos (???)

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Guardiola levanta o troféu da Premier League de 2021 (Foto: GLYN KIRK / AFP)

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Próximo compromisso do Manchester City

Guardiola aproveitará o aniversário para preparar o time para mais um jogo da Premier League. O Manchester City entra em campo neste domingo (19), às 13h30 (de Brasília), para encarar o Ipswich Town no Portman Road, em Ipswich.

Foto de Redação O Fator Brasil

Redação O Fator Brasil

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, para tratar da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a parlamentar, o encontro está agendado para a próxima segunda-feira (19).

A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), após a transferência de Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, mais especificamente para a unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Para Damares, a situação do ex-presidente configura uma violação de direitos fundamentais.

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, afirmou a senadora. Ela sustenta que a detenção desconsidera as condições de saúde do ex-chefe do Executivo.


A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, para tratar da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a parlamentar, o encontro está agendado para a próxima segunda-feira (19).

A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), após a transferência de Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, mais especificamente para a unidade conhecida como “Papudinha”, dentro do complexo penitenciário. Para Damares, a situação do ex-presidente configura uma violação de direitos fundamentais.

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, afirmou a senadora. Ela sustenta que a detenção desconsidera as condições de saúde do ex-chefe do Executivo.

Aliados políticos e a defesa de Bolsonaro têm reforçado o pedido de prisão domiciliar, alegando que ele enfrenta um quadro de saúde delicado. Damares destacou que o ex-presidente é idoso, passou por diversos procedimentos médicos nos últimos anos e necessita de acompanhamento constante.

“Bolsonaro é um idoso com a saúde extremamente debilitada, um homem que precisa de assistência 24 horas por dia”, argumentou.

A senadora afirmou ainda que levará o caso a organismos internacionais como forma de pressionar por uma reavaliação das condições de custódia e do regime de prisão imposto ao ex-presidente.

Com a aproximação das eleições de 2026, o desempenho da bancada federal do Espírito Santo volta ao centro do debate político. O ano marca o encerramento do atual mandato dos deputados eleitos em 2022, e um levantamento feito por revela diferenças significativas na atuação parlamentar dos representantes capixabas na Câmara dos Deputados ao longo da legislatura iniciada em 2023.

A atividade de um deputado federal envolve participação em sessões plenárias, reuniões de comissões, apresentação de projetos de lei, requerimentos, emendas e atuação política em temas de interesse da população. Dentro desse conjunto de atribuições, o uso da tribuna é um dos principais instrumentos para defender posições, propor debates e registrar posicionamentos oficiais.

Nesse quesito, o desempenho do deputado Amaro Neto (Republicanos) chama atenção negativamente. Comunicador profissional e ex-apresentador de televisão, Amaro não realizou nenhum discurso em plenário, na ordem do dia, ao longo dos três anos de mandato analisados. O dado contrasta com a expectativa em torno de um parlamentar conhecido pela atuação na mídia e pela retórica direta.

No extremo oposto está o deputado Helder Salomão (PT), que lidera o ranking de discursos entre os capixabas. Foram 250 participações em plenário, mais da metade concentradas apenas em 2025, período marcado por debates intensos no Congresso Nacional sobre temas econômicos, sociais e institucionais. A frequência reforça o perfil combativo e ideológico do parlamentar, alinhado às pautas defendidas pelo partido.

Logo atrás aparece Gilson Daniel (Podemos), que somou 246 discursos no plenário ao longo da legislatura. O deputado se destacou pela presença constante nos debates e pela atuação em temas ligados à gestão pública, municipalismo e desenvolvimento regional, mantendo ritmo semelhante ao de Helder Salomão.

O levantamento evidencia que, embora todos os parlamentares cumpram formalmente suas funções legislativas, há diferenças expressivas na forma como cada um ocupa o espaço político e institucional da Câmara. Enquanto alguns apostam no embate discursivo e na visibilidade do plenário, outros adotam uma atuação mais discreta, concentrada em bastidores, comissões ou articulações específicas.

Com o calendário eleitoral se aproximando, esses números tendem a ganhar peso no julgamento do eleitorado capixaba. A avaliação sobre presença, protagonismo e engajamento no debate nacional pode se tornar um fator decisivo para a renovação ou manutenção dos mandatos em 2026.

O senador Flávio Bolsonaro (foto), afirmou nesta quinta-feira (15) que não pretende cobrar apoio público ou engajamento imediato de aliados à sua pré-candidatura à Presidência da República. As declarações foram dadas após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Segundo Flávio, o ritmo de adesão dos aliados deve ser respeitado e não haverá pressão interna por manifestações mais enfáticas neste momento do processo eleitoral.

“Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. Se eles têm que estar mais efusivamente ou menos efusivamente na campanha. As pessoas têm o tempo delas, e eu não vou ficar cobrando ninguém”, disse o senador.


O senador Flávio Bolsonaro (foto), afirmou nesta quinta-feira (15) que não pretende cobrar apoio público ou engajamento imediato de aliados à sua pré-candidatura à Presidência da República. As declarações foram dadas após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Segundo Flávio, o ritmo de adesão dos aliados deve ser respeitado e não haverá pressão interna por manifestações mais enfáticas neste momento do processo eleitoral.

“Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. Se eles têm que estar mais efusivamente ou menos efusivamente na campanha. As pessoas têm o tempo delas, e eu não vou ficar cobrando ninguém, disse o senador.

Apesar do tom conciliador, Flávio foi categórico ao afirmar que sua pré-candidatura está consolidada e não admite recuos. De acordo com ele, a indicação partiu diretamente do ex-presidente Jair Bolsonaro e não há espaço para alternativas dentro do grupo político.

“Tem uma situação concreta que está colocada: sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. E não vai ter outra possibilidade. A minha pré-candidatura é uma coisa que não tem volta, declarou.

O senador também negou a existência de divisão ou racha no campo da direita, tese que tem sido levantada diante de movimentações de outras lideranças com pretensões eleitorais para 2026. Para Flávio, as divergências internas não configuram ruptura e o foco deve permanecer no enfrentamento ao atual governo federal.

“Não tem racha nenhum. Nosso adversário não está dentro da direita. Nosso adversário está na esquerda, está nesse atual governo”, afirmou.

As declarações ocorrem em meio à reorganização do campo conservador para as eleições presidenciais de 2026, com Jair Bolsonaro mantendo influência direta nas articulações políticas, mesmo fora do cenário eleitoral direto. As informações foram divulgadas pelo site Poder360.

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