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Economia

Mais de 650 mil empresas aderem ao Simples em 2024

Redação O Fator Brasil

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Mais de 650 mil micro e pequenas empresas passaram a fazer parte do Simples Nacional em 2024, divulgou nesta sexta-feira (1º) a Receita Federal. Segundo o Fisco, foram recebidos 1.006.011 pedidos de opção pelo regime especial de tributação até 31 de janeiro.

Desse total, 657.050 contribuintes tiveram o pedido aceito, 65,31% do total. No entanto, 348.961 (34,69%) estão com pendências e foram excluídos do regime simplificado de tributação, que unifica o pagamento de tributos federais, estaduais e municipais numa única guia, com alíquotas reduzidas.

Em relação aos microempreendedores individuais (MEI), foram registrados 77.362 pedidos de adesão ao Simei, sistema específico para a categoria, dos quais 59.426 foram deferidos, 76,82% do total, e 17.936 indeferidos (23,18%).

Segundo a Receita Federal, o percentual de aprovação aumentou entre as micro e pequenas empresas e diminuiu entre os MEI. Em 2023, os pedidos de adesão aceitos chegaram a pouco mais de 52% para o Simples Nacional e ficaram em torno de 85% para o MEI.

Tradicionalmente, quem não pagou os débitos é retirado do Simples Nacional em 1º de janeiro de cada ano. As empresas excluídas, no entanto, têm até 31 de janeiro para pedir o regresso ao Simples Nacional, desde que resolvam as pendências até essa data. Os pedidos e as regularizações foram processados em fevereiro.

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A data limite de 31 de janeiro para pedir a adesão ou a reinclusão no Simples Nacional não pôde ser prorrogada porque o prazo é definido pela Lei Complementar 123/2006, que criou o regime especial.

Contestação

As empresas e os microempreendedores que tiveram o pedido rejeitado podem contestar a decisão. O Fisco, no entanto, esclarece que a contestação deve ser feita ao ente público a quem o contribuinte deve: União, estados, municípios e Distrito Federal.

No caso de pendências com a Receita Federal, o contrinuinte deve acessar o seguinte endereço para receber orientações sobre como contestar o termo de indeferimento.

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O Fator Brasil é um portal de notícias que acredita no Jornalismo comprometido com a verdade dos fatos e com a ética, trazendo sempre os principais acontecimentos do Espírito Santo e do Brasil.

Economia

IPCA registra inflação de 0,38% em abril

Redação O Fator Brasil

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O IPCA, que é o indicador oficial de inflação no Brasil, teve um aumento de 0,38% em abril deste ano. Esse valor ficou acima do registrado no mês anterior, que foi de 0,16%, porém inferior ao índice observado em abril do ano passado, que alcançou 0,61%. De acordo com informações divulgadas pelo IBGE, o IPCA apresenta uma taxa de inflação acumulada de 1,8% no ano até agora. Em um período de 12 meses, a inflação acumulada atingiu 3,69%, mantendo-se dentro da faixa de meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano, que varia entre 1,5% e 4,5%.

Em abril, os principais fatores que contribuíram para a inflação foram os alimentos, assim como os custos relacionados à saúde e cuidados pessoais. O segmento de despesas com alimentação e bebidas registrou um aumento de preços de 0,7% durante o mês, sendo impulsionado por produtos como mamão, cebola, tomate e café moído.

No segmento de saúde e cuidados pessoais, que registrou um aumento de preços de 1,16%, os produtos farmacêuticos se sobressaíram, com um aumento de 2,84%, devido à permissão para o reajuste de até 4,5% nos preços dos medicamentos a partir de 31 de março.

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Economia

Contra cooperativas, bancos entregam ao governo ‘radiografia’ do setor e propõem taxá-las

Redação O Fator Brasil

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Os principais bancos do Brasil descobriram uma maneira de reduzir o que chamam de concorrência desigual e, ao mesmo tempo, colaborar com o governo para aumentar as receitas públicas em R$ 10 bilhões por ano — uma quantia que agrada Fernando Haddad.

Durante encontros no Ministério da Fazenda, foi destacada a competição desigual proveniente das cooperativas de crédito. Foram apresentados dados e sugestões indicando que, pelo menos as duas maiores cooperativas do setor — Sicredi e Sicoob —, deveriam começar a pagar impostos, visto que operam de forma similar aos bancos.

Enquanto os bancos arcam com imposto de renda e PIS Cofins, que representam 45% e 4,68% respectivamente, além de uma taxa de ISS que varia de 2% a 5%, as cooperativas de crédito estão isentas dessas obrigações fiscais.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) realizou uma análise detalhada do setor de cooperativas e a entregou ao governo.

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Economia

Brasil assume o posto de pior mercado de ações do mundo, afirma JP Morgan

Redação O Fator Brasil

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O JP Morgan, o maior banco do mundo, que é sediado nos Estados Unidos, emitiu um comunicado na quarta-feira (27) apontando o índice MSCI Brazil como o pior em escala global. Esse índice monitora o desempenho das 56 principais empresas de grande e médio porte listadas na bolsa de valores brasileira, das quais 30% são do setor financeiro.

Enquanto isso, os índices das empresas norte-americanas listadas na S&P 500 e na Nasdaq ocupam quatro das cinco primeiras posições, com o índice Topix do Japão em segundo lugar. Já as ações brasileiras mais valorizadas representam 85% do MSCI Brazil, incluindo empresas como Vale, Petrobras, Itaú, Bradesco, Ambev, B3, WEG, Suzano e Itaúsa.

A avaliação considera os retornos acumulados nos últimos doze meses, destacando o MSCI Brazil como o pior, de acordo com o JP Morgan. Embora o Brasil seja a 9ª maior economia do mundo, seu mercado financeiro é considerado incipiente, representando apenas 1% do mercado global de ações.

Um exemplo preocupante dessa situação foi observado recentemente na bolsa de Nova York, quando o valor de mercado da Truth Social, a rede social do ex-presidente Donald Trump, atingiu 10% do valor da estatal brasileira Petrobras em um único dia. Por sua vez, a Petrobras perdeu impressionantes R$ 50 bilhões em valor de mercado há três semanas, em uma única sessão.

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