Conecte-se Conosco

Nacional

DOC e TEC chegam ao fim definitivamente nesta quinta-feira (29)

Redação O Fator Brasil

Publicado

em

Após quase quatro décadas entre os mais tradicionais meios de transferência bancária, o DOC (Documento de Ordem de Crédito) deixa de existir definitivamente nesta quinta-feira (29).

As operações de TEC (Transferência Especial de Crédito), feitas exclusivamente por empresas para pagamento de benefícios a funcionários, também serão descontinuadas.

De acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), a extinção das duas modalidades de meio de pagamento considera o desinteresse dos brasileiros em utilizá-los. Os clientes têm dado preferência ao Pix, “por ser gratuito, instantâneo e também pelo valor que pode ser transacionado”, diz.

Tanto na TEC quanto no DOC o valor máximo das transações era de até R$ 4.999,99, podendo ser agendado para beneficiar outra conta, inclusive de um banco diferente. As movimentações feitas por DOC eram efetivadas um dia após o banco receber a ordem de transferência, enquanto pela TEC, a transferência ocorria até o final do mesmo dia.

Já pelo Pix, a transferência é automática e o limite de valor é ajustável pelo correntista, com restrições de horário: das 20h às 6h, a quantia máxima para transferências é de R$ 1.000, mesmo que enviadas de forma fracionada. O limite noturno pode ser aumentado, embora essa não seja a recomendação do Banco Central.

Publicidade

A decisão de encerrar o DOC e o TEC foi aprovada pela governança da Febraban em maio de 2023, após discussões com os 114 bancos associados ao longo de 2022 e levou em consideração também a experiência e o custo-benefício aos clientes, já que outras modalidades oferecem o mesmo serviço do DOC.

Segundo levantamento feito pela Febraban sobre meios de pagamento com base em dados divulgados pelo Banco Central, as transações via DOC no primeiro semestre de 2023 somaram 18,3 milhões de operações, apenas 0,05% do total de 37 bilhões de operações feitas no ano.

A forma de transferência ficou bem atrás dos cheques (125 milhões), TED (448 milhões), boleto (2,09 bilhões), cartão de débito (8,4 bilhões), cartão de crédito (8,4 bilhões) e do PIX, a escolha preferida dos brasileiros, com 17,6 bilhões.

A descontinuação do DOC e da TEC começou em 15 de janeiro deste ano, dia limite para os bancos oferecerem aos clientes o serviço de emissão e agendamento do DOC, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.

As transações puderam ser agendadas até esta quinta, 29 de fevereiro, quando o sistema será encerrado definitivamente.

Publicidade

A Transferência Eletrônica Disponível (TED) continuará sendo uma opção válida.

 

O Fator Brasil é um portal de notícias que acredita no Jornalismo comprometido com a verdade dos fatos e com a ética, trazendo sempre os principais acontecimentos do Espírito Santo e do Brasil.

Nacional

Municípios afetados por chuvas no Rio Grande do Sul sobem para 428; são mais de 67 mil desabrigados

Redação O Fator Brasil

Publicado

em

Nesta quinta-feira (09), durante a tarde, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), informou que o total de municípios impactados pelas chuvas que atingiram a região aumentou para 428. Ele divulgou essa atualização em uma coletiva de imprensa.

Eduardo Leite também declarou que as autoridades estão concentradas em garantir a dignidade, proteção e cuidado para todas as 67.563 pessoas que estão atualmente abrigadas.

No futuro, o objetivo de Leite é identificar locais seguros para construir moradias padrão destinadas à população afetada pela catástrofe no Rio Grande do Sul.

O número de vítimas fatais decorrentes das intensas chuvas no Rio Grande do Sul já alcançou 107, enquanto 136 pessoas permanecem desaparecidas.

Veja o balanço:

  • Óbitos confirmados: 107
  • Óbitos em investigação: 1
  • Municípios afetados: 428
  • Pessoas afetadas: 1.482.006
  • Desalojados: 165.112
  • Pessoas em abrigos: 67.563
  • Feridos: 374
  • Desaparecidos: 136
Continue Lendo

Nacional

Show de Madonna tem palavrão, nudez e insinuações de sexo

Redação O Fator Brasil

Publicado

em

Na web, internautas utilizaram termos como “Sodoma e Gomorra” e “libertinagem” para comentar o show da cantora Madonna que aconteceu neste sábado (4) na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. No palco, o que foi visto durante a performance da artista norte-americana foram diversos momentos de insinuação de sexo, nudez, palavrão e a já usual utilização de símbolos religiosos.

O show, previsto para ser iniciado às 21h45, começou às 22h47, com mais de uma hora de atraso, quando Madonna surgiu de preto e com uma auréola na cabeça para cantar Nothing Really Matters. Após as primeiras músicas, a cantora parou para interagir com o público e lançou um palavrão para elogiar o Rio de Janeiro.

Show de Madonna no Rio de Janeiro

– Ca****o. É o lugar mais lindo do mundo. Isso é mágico, obrigada – disse.

Em outro momento, enquanto cantava Like a Prayer, a artista fez a já usual apropriação de símbolos cristãos, como cruzes e incensários, além de trazer pessoas encapuzadas da cabeça aos pés, enquanto fazia danças sensuais. Já em Erotica, houve um dos momentos mais polêmicos do show, quando Madonna insinuou, junto com uma dançarina, um momento de masturbação.

A apresentação também não economizou nos beijos homossexuais, tanto entre homens quanto entre mulheres. Em um deles, a própria Madonna deu um beijo na boca de uma dançarina durante a música Hung Up, que, por sinal, trouxe bailarinas mulheres com os seios à mostra. A transmissão da TV Globo também exibiu alguns beijos gays na plateia.

Publicidade

Outro momento de insinuação erótica aconteceu em Vogue, parte do show que contou com a participação da cantora Anitta. Durante a música, a brasileira atuava como jurada de uma espécie de competição em que ela e Madonna atribuíam notas para apresentações de dançarinos. Em determinado momento, bailarinos fizeram insinuações de sexo oral nas duas cantoras.

Quem também surgiu no palco em manifestações sensuais minutos depois foi Pabllo Vittar. Durante a canção Music, Pabllo apareceu de camiseta da Seleção Brasileira de Futebol e fez danças provocativas com Madonna, chegando a carregá-la no colo. Ao longo da apresentação, fotos de personalidades brasileiras foram mostradas, entre elas a de Marielle Franco, vereadora carioca assassinada em 2018.

De acordo com a Riotur, empresa pública da cidade do Rio de Janeiro encarregada da promoção da cidade no Brasil e no exterior, cerca de 1,6 milhão de pessoas estiveram na capital fluminense acompanhando o show, que terminou por volta de 1h da madrugada deste domingo (5).

Continue Lendo

Nacional

Solta pela Justiça, Erika Souza fala pela primeira vez sobre a morte do tio Paulo: ‘Eu não percebi’

Redação O Fator Brasil

Publicado

em

Erika de Souza Vieira Nunes, 42 anos, é sobrinha de Paulo Roberto Braga, que faleceu aos 68 anos. Ela foi o centro de uma imagem que ganhou atenção nacional. No vídeo, Erika é vista levando seu tio em uma cadeira de rodas até o banco para solicitar um empréstimo de 17 mil reais, mesmo ele já estando falecido. Na quinta-feira (2), ela foi liberada da prisão após passar duas semanas detida. “Foram dias horríveis longe da minha família. Vivi momentos da minha vida que não suportava mais. Muito difícil. Foi horrível eu não percebi que meu tio estava morto. […] Eu não sou essa pessoa que estão falando, não sou esse monstro”, disse Erika, emocionada. Quando questionada se não considerou que Paulo Roberto estava demasiadamente debilitado para sair de casa, ela respondeu: “Não, porque ele me pediu para ir”. E disse que tudo correu bem dentro do carro no caminho até o banco. Erika relata a conversa que teve com Paulo Roberto antes de entrarem na agência. Ela conta que, ainda do lado de fora, perguntou ao tio se ele preferiria que ela apoiasse a cabeça dele para ficar mais confortável. “Eu perguntei se assim ficaria melhor, ele disse que sim”. Em relação aos eventos que ocorreram dentro do banco, ela declara que não consegue recordar muito bem, atribuindo isso ao uso regular de medicamentos controlados que toma. “Como eu faço tratamento, eu tomava zolpidem, às vezes tomava mais do que um. [O esquecimento] não sei se foi efeito do remédio que eu tinha tomado naquele dia”, afirma. Antes de ir ao banco, Paulo Roberto permaneceu uma semana internado em uma unidade de saúde estadual. Erika afirma que não recebeu orientações dos médicos após a alta hospitalar. “Me deram uma receita de um remédio de cinco dias, eu comprei o remédio e a fralda. Eu pensei que ele ia ter uma melhora, que era só uma pneumonia”, conta.
Continue Lendo
Publicidade
Publicidade

Política

Publicidade

Tendência