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Política do ES

Sancionada a Lei do vereador Leonardo Monjardim que altera o nome de rua em Vitória para Antário Alexandre Theodoro

Redação O Fator Brasil

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Acaba de ser publicada no Diário Oficial a Lei nº 9.998, de autoria do vereador de Vitória Leonardo Monjardim (Patriota), que substitui o atual nome da ladeira que dá acesso à Faesa – Campus Vitória, localizada no bairro Monte Belo, por “Rua Antário Alexandre Theodoro”. De acordo com Monjardim, “essa é uma justa homenagem ao fundador do Centro Universitário Faesa, que deixou um legado não apenas para a Capital, mas para todo o estado do Espírito Santo”.

A Lei que altera o nome da rua Anselmo Serrat’ para ‘Antário Alexandre Theodoro’ foi sancionada pelo prefeito Lorenzo Pazolini nesta quinta-feira (07), em um evento fechado na Prefeitura de Vitória, com a presença do vereador Monjardim, dos filhos, netos e amigos do homenageado.

O reitor da Faesa Alexandre Nunes Theodoro, filho de Antário Alexandre Theodoro, se emocionou ao falar do pai. “É o reconhecimento de um trabalho de alguém que esteve há 51 anos iniciando uma instituição, que é a Faesa. Hoje temos mais de 100 mil egressos na sociedade capixaba fazendo a diferença”, disse.

Estiveram presentes o mantenedor da FAESA, Guilherme Nunes Theodoro, a pró-reitora Carla Letícia Alvarenga Leite, a diretora Daniela Theodoro, o superintendente institucional de Cariacica Henrique Alexandre Theodoro, o diretor da Rádio Tropical Antário Alexandre Theodoro Neto, além de outros familiares e amigos do Doutor Antário.

Para o vereador Leonardo Monjardim, “esse ato é o reconhecimento de uma pessoa que fez muito não apenas pela educação do nosso Estado, mas também gerando emprego e renda, sobretudo na cidade de Vitória. Me sinto muto honrado e feliz por ser o autor desse importante Projeto”, disse o parlamentar.

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A rua fica localizada na ladeira que dá acesso ao Centro Universitário. Em sua fala, o prefeito Lorenzo Pazolini citou a importância da Faesa para o Espírito Santo. “Neste endereço vai constar quem de fato participou, concebeu e deu origem a essa instituição que é respeitada, que é forte e é o orgulho do Estado do Espírito Santo. Estamos aqui reconhecendo um legado que foi construído de maneira sólida, com seriedade e que dá muitos resultados para a sociedade”, afirmou Pazolini.

Política do ES

TSE cassa diplomas de dois vereadores de Vila Velha por fraude na cota de gênero

Redação O Fator Brasil

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Devacir Rabello (PL) e Joel Rangel (PTB) perderam o mandato e darão lugar a Heliossandro Matos (PDT) e Fábio Barcelos (PP).

Por decisão unânime, o pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou procedente os recursos apresentados pelo Ministro Público Federal (MPF), pelo Partido Democrático Trabalhista e por outros candidatos, que acusam o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e o Partido da Democracia Cristã (DC) de fraude na cota de gêneros.

Além de deferir o recurso, o relator ordenou o imediato cumprimento da decisão, independente de publicação e a inelegibilidade das condenadas, não cabendo mais recurso.

Outra medida ordenada pelo relator é a anulação dos votos das chapas envolvidas e a recontagem dos votos, distribuindo os cargos conforme o novo quociente das eleições de 2020 do município de Vila Velha.

Mais informações nas próximas edições!

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Política do ES

Fala inadequada de Lula sobre Israel repercute em sessão na ALES

Redação O Fator Brasil

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Vários deputados se manifestaram na sessão plenária desta segunda-feira (19) sobre declaração do presidente Lula (PT) em entrevista coletiva na África a respeito das ações do governo israelense na Faixa de Gaza, no conflito contra o Hamas. O chefe de Estado comparou as ações do primeiro-ministro daquele país, Benjamin Netanyahu, com as atrocidades do Holocausto nazista comandado por Adolf Hitler.

Callegari (PL) afirmou que, ao fazer a declaração, Lula estaria “enxovalhando” a tradição da diplomacia brasileira herdada do Barão de Rio Branco, reconhecida como uma das mais influentes do hemisfério ocidental.

“E o pior: ele (Lula) coloca em risco a soberania nacional, já que o que fez foi um ato de guerra contra o Estado de Israel, daí porque forças da oposição estão pedindo o impeachment dele”, acrescentou.

Lucas Polese (PL) disse que é “repugnante” comparar com o Holocausto nazista as consequências de uma guerra que se iniciou por meio de ataque feito pelo Hamas. “Esses terroristas invadiram as casas das pessoas em Israel, matando, sequestrando crianças, esposas, queimando pessoas”, citou.

O deputado do PL ainda considerou absurdo comparar os ataques de Israel com as ações empreendidas por Hitler, pois, conforme disse, palestinos não são mandados para campos de concentração nem para laboratórios de experimentos científicos.

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Lucas Polese cobrou de Lula posicionamento sobre a morte do líder russo Alexei Navalny, opositor de Vladimir Putin, ocorrida na sexta-feira (16). Ele estava preso desde 2021 e morreu no presídio após voltar de um tratamento médico na Alemanha. Há suspeitas na comunidade internacional de que Navalny foi morto a mando de Putin.

“Para este caso (morte do russo) ele (Lula) pede prudência, diz que é preciso ter calma antes de acusar. Mas para chamar judeu de nazista não há calma”, comentou.

O correligionário de Polese e Callegari, Capitão Assumção considerou que o presidente da República ofende o povo judeu ao fazer a declaração, desmerecendo o que o povo de Israel sofreu com mais de 6 milhões de vítimas durante o Holocausto.

Assumção pontuou ainda que o Holocausto não vitimou apenas os judeus, já que matou mais de 220 mil ciganos, além de exterminar também pessoas com deficiência, homossexuais, prisioneiros políticos, Testemunhas de Jeová, eslavos, afrodescendentes e dissidentes religiosos.

“Entrei com uma nota de repúdio e estou endossando pedido de impeachment por crime de responsabilidade que será encaminhado à Câmara dos Deputados”, anunciou. Capitão Assumção também parabenizou Benjamin Netanyahu por declarar Lula persona non grata (não bem-vinda) em solo israelense.

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Defesa de Lula 

Coube à deputada petista Iriny Lopes manifestar a primeira reação na tribuna contra as criticas feitas ao presidente Lula por comparar as ações de Netanyahu ao Holocausto promovido por Hitler.

Ela considerou “gigantesco” o posicionamento do presidente, e afirmou que não se está falando de diplomacia porque ela (a diplomacia) acabou. “Estamos tratando de uma guerra, Lula falou para o mundo que não dá mais. Netanyahu empurrou um pedaço enorme dos palestinos para Rafah e agora avisou ao mundo que vai atacar Rafah”, afirmou Iriny, comparando a situação com a de um abatedouro de gado.

Ela advertiu que os palestinos mandados para a cidade de Rafah, na Faixa de Gaza, serão exterminados dentro do ventre das mães, e morrerão também os pais, os avós e todos os familiares. “A fala do presidente Lula foi corajosa. O mundo vai continuar assistindo isso calado?”, questionou.

Camila Valadão (Psol) parabenizou o presidente pela “declaração corajosa” sobre o “genocídio” promovido por Netanyahu contra os palestinos. A deputada avaliou que a posição do Brasil tem peso internacional e manifestou esperança de que a declaração de Lula leve outros países a se posicionarem contrários ao que ela considera genocídio praticado pelo primeiro-ministro israelense.

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“Já são mais de 30 mil mortes, a maioria crianças e mulheres inocentes. Trata-se de uma limpeza étnica. Saúdo também a iniciativa de Lula de  chamar o diplomata brasileiro”, acrescentou a deputada defendendo cessar-fogo imediato no conflito e o corte de relações diplomáticas e comerciais dos países “civilizados” contra Israel.

Fraternidade 

João Coser (PT) disse que enquanto muitos estavam indo à tribuna falar de guerra ele queria falar de paz, citando participação recente no lançamento deste ano da Campanha da Fraternidade pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), entidade ligada à Igreja Católica.

O parlamentar explicou que o lema deste ano da campanha é “Vós sois todos irmãos e irmãs”, sendo que a ideia é promover o diálogo entre os diferentes numa sociedade radicalizada pela polarização política.

“O tema deste ano busca resgatar as relações sociais, familiares e de amizade. Essas relações estão morrendo com a polarização política, com a indiferença, a individualidade, com as guerras e o ódio, isso não colabora para uma sociedade humana”, refletiu.

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Coser defendeu que no Brasil as pessoas precisam voltar a pensar menos em si e mais no coletivo, se importar com o sofrimento do outro, e que a polarização política está alimentando a indiferença com os que passam por problemas.

Ele disse que até pouco tempo o Brasil não era um país com características sectárias, que o amor prevalecia entre as pessoas, mesmo entre as que tinham ideias diferentes.

“Esta Campanha da Fraternidade é um momento de reflexão entre os irmãos brasileiros, é preciso superar as barreiras sociais e ampliar os círculos de amizade”, defendeu.

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Política do ES

Ramalho abre mão da primeira suplência de deputado federal e desafia o que parecia óbvio em Vila Velha

Redação O Fator Brasil

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Ato do coronel pode abrir acirrada disputa eleitoral pela prefeitura de Vila Velha.

Quem renunciaria a uma vaga iminente de deputado federal? Isto aconteceu na semana que se passou, com o Coronel Ramalho, que entregou sua carta de desfiliação do Podemos ao presidente Gilson Daniel, um ato raro e que demonstra extrema grandeza, quando o assunto é política.

Ramalho é o primeiro suplente de deputado federal na chapa do Podemos, onde em 2022 obteve 33.874 votos. Segundo aliados próximos, nos bastidores muitas reuniões e tentativas para que Ramalho abrisse mão do projeto Vila Velha, inclusive por parte do governador. Nada adiantou, o ex-secretário de segurança pública contrariou a todos, bateu o pé e vai disputar as eleições para prefeito no município canela verde. As mesmas fontes asseguram que até a garantia de assumir a vaga de deputado federal não convenceu Ramalho: “O governador Renato Casagrande iria puxar Gilson Daniel para Secretaria de Agricultura, porque o projeto de Gilson sempre foi ocupar a pasta da agricultura. Com isso, Ramalho assumiria a vaga na Câmara Federal. Mas o coronel foi taxativo e disse que não seria plataforma para ninguém”.

A pergunta que todos fazem nesse momento é: o que atraiu Ramalho para disputar a prefeitura de Vila Velha?

A resposta tem traços maiêuticos, devido a presente conjugação política e as inúmeras possibilidades.

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01. POLÍTICA DE SEGURANÇA: A população de Vila Velha vive sob uma severa crise na área da segurança. O município é um dos mais violentos da grande vitória e o número de furtos e roubos na região 01 disparou nos últimos anos, indicando uma grave falha na política de prevenção e de combate à criminalidade. Em matéria de política, a insatisfação na área da segurança é uma rejeição perigosa e quase irreversível, porque nessa área não existem medidas a curto prazo. A sensação na cidade é que a atual gestão falhou nesse quesito.

02. PERFIL TÉCNICO DE RAMALHO: Estamos falando de um coronel muito bem avaliado em todos os setores que comandou. Ramalho comandou o Batalhão de Missões Especiais da Polícia Militar do Estado (grupo de elite), foi um dos idealizadores do Grupo de Apoio Operacional, a temida GAO e chegou ao topo da carreira policial, sendo Comandante Geral e Secretário de Segurança com alta avaliação. Ou seja, com esse extenso currículo e experiência, nesse exato momento e para área da segurança, ele é o encaixe perfeito. Certamente, a cidade e os cidadãos das regiões afligidas pela violência vão refletir seriamente sobre essa opção.

Coronel Ramalho (Ex-secreátio de segurança do ÉS)

03. APROVAÇÃO DO PREFEITO: Muita gente tem argumentado sobre a aprovação do prefeito Arnaldo Borgo. Ele apostou muito na elevação da autoestima da população, ornamentando a cidade com reformas de ruas e praças. Qual o perigo dessa aposta? Bom, cientificamente, o contentamento com lazer não é permanente e pode sofrer grandes mutações. O que realmente assegura uma aprovação consistente são as áreas da saúde, educação e segurança, áreas que o prefeito sofre com algumas fissuras. Para reverter esse quadro, o prefeito precisaria de tempo, porque essas áreas são estratégicas e exigem planejamento para adequações e possíveis soluções, e isso parece não ser a prioridade de boa parte dos gestores públicos.

Arnaldinho Borgo (Podemos)

04. APROVAÇÃO DAS REDES SOCIAIS: Outra confusão na cidade é sobre a aprovação nas redes sociais do atual prefeito, considerado um fenômeno. Contudo, essas ações no universo virtual não são tão seguras e não servem de medição científica. Esse tipo de aprovação é meramente “fenomenal”, têm efeitos temporais e meteóricos, oscilando entre oposição e situação, deixando de lado a população que busca novas possibilidades e opções. Nessa disputa de “cartas marcadas” ou de torcida favorável e contra, estão os problemas crônicos que continuam desafiando os gestores públicos. A intenção de trazer o dia a dia da administração para as redes sociais funciona até um certo ponto, porém, não funciona para todas as situações.

05. OPÇÃO DAQUELES QUE NÃO TEM OPÇÃO: Esse é outro iminente perigo para qualquer situação, ser a opção daqueles que não tem opção. Até a última quinta-feira esse era o reflexo, agora, o óbvio não é mais óbvio e surge alguém no meio do caminho. Esse perigo rondou o governo do Estado nas eleições de 2022, no qual Renato Casagrande corria solitariamente, sem a mínima ameaça no seu caminho para reeleição. De repente, o improvável aconteceu, teve segundo turno e a oposição conseguiu estremecer as pretensões do governador, salvo pela frente “casanaro”. Ou seja, não bastaram os diversos canteiros de obras pelo Estado, o marketing entrou em campo para confundir os adversários. Mesmo com personagens diferentes, Vila Velha parece caminhar pela mesma estrada, sabendo que o “casanaro” teve sua única medida no tempo certo.

06. VILA VELHA E SUAS PECULIARIDADES POLÍTICAS: Nas últimas três eleições o eleitor de Vila Velha não reelegeu seus respectivos prefeitos. Será que as novas praças, o novo recapeamento asfáltico ou as estações de bombeamento convenceriam a cidade a reeleger Arnaldinho? Estrategicamente, onde está a emblemática obra dessa gestão? A real Vila Velha é a mesma das redes sociais ou está distante? Primeiramente, essas perguntas precisam ser respondidas pelo grupo técnico e político do prefeito, porque a população está cada vez mais debatendo esses pontos. Politicamente, o passado é um bom professor, resta saber se o presente é um bom aluno e as urnas costumam punir quem não é ensinável.

07. DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: Essa é uma área que derruba muitos gestores. A cidade ainda não levantou esse importante debate, contudo, com aproximação do período eleitoral, esse importante tema virá a tona. Restará a administração mostrar e provar onde e quando o fator desenvolvimento econômico aconteceu ou acontecerá na cidade. Outra coisa, a exploração do marketing do desenvolvimento tem um “time”, isso exige sensibilidade e leitura política de ambas as partes, situação e oposição.

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Portanto, poderíamos traçar e cruzar várias possibilidades, a socrática maiêutica nos permite isso. Todavia, eu continuo com a máxima do brilhante Magalhães Pinto: “Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou”.

Politicamente, Vila Velha não é afeiçoada ao óbvio!

  Weverton Santiago - Teólogo e Cientista PolíticoWeverton Santiago O Autor é Cientista Político e estuda as movimentações da cidade de Vila Velha há quase duas décadas.

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