Conecte-se Conosco

Economia

Bancos devem oferecer pacote básico de serviços ao cliente

Avatar

Publicado

em

bancos-devem-oferecer-pacote-basico-de-servicos-ao-cliente

Nas últimas semanas, a administradora e influenciadora digital Nathália Rodrigues, conhecida como Nath Finanças, vem divulgando informações que têm ajudado clientes de bancos a não pagar mais taxas indevidas, além de receber de volta valores cobrados pelas instituições bancárias. Publicações feitas por ela nas redes sociais têm mudado a relação dos clientes com os bancos.

A influenciadora digital divulgou uma informação que pouca gente sabe: todos os clientes bancários têm direito a um pacote de serviços essenciais, sem cobrança de tarifas. 

COMO PEDIR REEMBOLSO DE TODAS A TARIFAS DA CONTA CORRENTE QUE VOCÊ JÁ PAGOU
Segue o fio 🧵

— Nath Finanças 💰 (@nathfinancas) June 1, 2023

A Resolução nº 3.919 do Banco Central (BC) determina que as instituições bancárias devem oferecer de forma gratuita cartões de débito, a realização de até quatro saques e duas transferências entre contas na mesma instituição por mês, assim como o fornecer dois extratos e consultas pela internet e por telefone. 

“Independente do banco em que você esteja, se é um banco digital ou não, você pode ter uma conta-corrente gratuita, sem pagar nenhuma taxa”, destaca Nath Finanças em uma das postagens.

Publicidade

As publicações de Nath Finanças são acompanhadas de mensagens de seguidores em agradecimento por estornos de valores referentes a pacotes de serviços bancários e ressarcimentos por cobranças indevidas.

“Despesas fantasmas”

Olhar os extratos com frequência é importante para identificar gastos desnecessários, as chamadas “despesas fantasmas”. Isso vale para tarifas bancárias e também outros serviços, como explica o educador financeiro Rogério Lucas.

“São aquelas despesas que o cliente tem e que não sabe que existem. Normalmente o que é que a gente faz é procurar identificar quais são essas despesas que está tendo ali todo mês ou às vezes até toda semana e o cliente não sabe”, diz Lucas, ao se referir à cobrança por pacotes de serviços bancários pelas instituições.

“A mesma coisa acontece, às vezes, com pacote de internet, com pacote de serviço de celular para poder ouvir música, fazer algo dessa forma. Às vezes, as pessoas têm algum plano ali que ela está pagando e não sabe e não está usando”, completa o educador financeiro.

Cancelamento de cobrança

Se o cliente procurar o banco para fazer o cancelamento da cobrança e não for atendido, é importante guardar o número de protocolo e entrar em contato com a ouvidoria da instituição. Se o problema persistir, é hora de registrar a reclamação no Banco Central. 

“Você pode registrar sua reclamação na nossa página do Fale Conosco no site do BC a qualquer momento. O processo é bem rápido e você pode também incluir documentos que comprovem a situação. Feita a reclamação no BC o que acontece é o seguinte: ela vai ser enviada para o banco onde houve o problema, ele é que tem que responder a sua solicitação”, orienta o BC.

Publicidade

Os amigos Lucas e Vinícius pagam tarifas pela manutenção de conta-corrente e não sabiam que podiam usar os mesmos serviços de forma gratuita. Agora pretendem cancelar a cobrança e pedir reembolso.

“Gente, é meu direito isso? Interessantíssimo”, surpreendeu-se Vinícius.

Lucas disse que vai verificar como deve proceder para poder cancelar a cobrança. “O que a gente puder receber, a gente vai atrás”, disse.

Assista na TV Brasil

Publicidade

H. Eduardo Pessoa é Jornalista com DRT e Desenvolvedor Front-End de diversos Portais de Notícias como este, destinados à Empreendedores, Jornalistas e Pequenas e Médias Empresas. Experiência de mais de 12 mil notícias publicadas e nota máxima de satisfação no Google e Facebook, com mais de 100 avaliações de clientes. Faça seu Portal conosco.

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

IPCA registra inflação de 0,38% em abril

Redação O Fator Brasil

Publicado

em

O IPCA, que é o indicador oficial de inflação no Brasil, teve um aumento de 0,38% em abril deste ano. Esse valor ficou acima do registrado no mês anterior, que foi de 0,16%, porém inferior ao índice observado em abril do ano passado, que alcançou 0,61%. De acordo com informações divulgadas pelo IBGE, o IPCA apresenta uma taxa de inflação acumulada de 1,8% no ano até agora. Em um período de 12 meses, a inflação acumulada atingiu 3,69%, mantendo-se dentro da faixa de meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano, que varia entre 1,5% e 4,5%.

Em abril, os principais fatores que contribuíram para a inflação foram os alimentos, assim como os custos relacionados à saúde e cuidados pessoais. O segmento de despesas com alimentação e bebidas registrou um aumento de preços de 0,7% durante o mês, sendo impulsionado por produtos como mamão, cebola, tomate e café moído.

No segmento de saúde e cuidados pessoais, que registrou um aumento de preços de 1,16%, os produtos farmacêuticos se sobressaíram, com um aumento de 2,84%, devido à permissão para o reajuste de até 4,5% nos preços dos medicamentos a partir de 31 de março.

Continue Lendo

Economia

Contra cooperativas, bancos entregam ao governo ‘radiografia’ do setor e propõem taxá-las

Redação O Fator Brasil

Publicado

em

Os principais bancos do Brasil descobriram uma maneira de reduzir o que chamam de concorrência desigual e, ao mesmo tempo, colaborar com o governo para aumentar as receitas públicas em R$ 10 bilhões por ano — uma quantia que agrada Fernando Haddad.

Durante encontros no Ministério da Fazenda, foi destacada a competição desigual proveniente das cooperativas de crédito. Foram apresentados dados e sugestões indicando que, pelo menos as duas maiores cooperativas do setor — Sicredi e Sicoob —, deveriam começar a pagar impostos, visto que operam de forma similar aos bancos.

Enquanto os bancos arcam com imposto de renda e PIS Cofins, que representam 45% e 4,68% respectivamente, além de uma taxa de ISS que varia de 2% a 5%, as cooperativas de crédito estão isentas dessas obrigações fiscais.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) realizou uma análise detalhada do setor de cooperativas e a entregou ao governo.

Continue Lendo

Economia

Brasil assume o posto de pior mercado de ações do mundo, afirma JP Morgan

Redação O Fator Brasil

Publicado

em

O JP Morgan, o maior banco do mundo, que é sediado nos Estados Unidos, emitiu um comunicado na quarta-feira (27) apontando o índice MSCI Brazil como o pior em escala global. Esse índice monitora o desempenho das 56 principais empresas de grande e médio porte listadas na bolsa de valores brasileira, das quais 30% são do setor financeiro.

Enquanto isso, os índices das empresas norte-americanas listadas na S&P 500 e na Nasdaq ocupam quatro das cinco primeiras posições, com o índice Topix do Japão em segundo lugar. Já as ações brasileiras mais valorizadas representam 85% do MSCI Brazil, incluindo empresas como Vale, Petrobras, Itaú, Bradesco, Ambev, B3, WEG, Suzano e Itaúsa.

A avaliação considera os retornos acumulados nos últimos doze meses, destacando o MSCI Brazil como o pior, de acordo com o JP Morgan. Embora o Brasil seja a 9ª maior economia do mundo, seu mercado financeiro é considerado incipiente, representando apenas 1% do mercado global de ações.

Um exemplo preocupante dessa situação foi observado recentemente na bolsa de Nova York, quando o valor de mercado da Truth Social, a rede social do ex-presidente Donald Trump, atingiu 10% do valor da estatal brasileira Petrobras em um único dia. Por sua vez, a Petrobras perdeu impressionantes R$ 50 bilhões em valor de mercado há três semanas, em uma única sessão.

Continue Lendo
Publicidade
Publicidade

Política

Publicidade

Tendência